terça-feira, 14 de junho de 2016

Nietzsche e a Educação Por Breno Marques

Como sabemos, Friedrich Nietzsche foi um importante filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX. Pouco comentados, os primeiros escritos de Nietzsche abordam a educação, neles o filósofo critica as instituições do seu tempo. 

Nietzsche fazia críticas à cultura universalização da educação, na qual ele relata que o Estado investe na educação visando apenas o utilitarismo das pessoas (e não uma auto formação do cidadão, que pense e questione), investindo na formação de seus funcionários para um aumento significativo do próprio Estado, ou seja, o Estado apenas tem interesse no seu inchaço. 

Nietzsche dizia que o Estado moderno percebe que se financiar a produção e a difusão da cultura, pode utilizá-la para fins do próprio Estado. O filósofo também tece críticas à massificação, na qual, ele relata que a educação visa a domesticação, a criação de pessoas medíocres e úteis aos ditames de seu tempo. 

Utilizando a crítica de Nietzsche e trazendo para os dias atuais, podemos dizer que as pessoas estão perdendo o senso crítico, a cada dia, observamos mais e mais pessoas num estágio de comodismo, no qual, determinada situação terrível não faz a mínima ideia, pois estas pessoas estão ocupadas demais no seu “Pão e Circo”, elas estão tornando-se domesticadas; as pessoas estão aceitando tudo, sem nenhum questionamento e essa “preguiça” (ou medo) de questionar acaba deixando todos a mercê de ideias/planos absurdos advindos de qualquer autoridade que quiser impor algo. Assim, resumindo Nietzsche: “Pense e Questione!”

Por Breno Marques 



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