quarta-feira, 5 de março de 2014

Bloco Turma Da Birita

Bia Rainha 2014 sempre sorridente e muito bonita mostrou que tem samba no pé

No domingo foi a vez da turma da Birita, sair pelas ruas com seus foliões no seu oitavo ano, a turma da birita vem mostrando muito esforço para sempre está presente no domingo de carnaval, levando alegria e brincando o mais melhor carnaval da região o carnaval de Jataúba.

Desde já eu (Collar) como um dos principais enfrentante do Bloco Turma da Birita venho agradecer a os meus sobrinhos Gilson Gilberto, e Jefferson, e aos vendedores que sempre estão de braços abertos para nos ajuda, pessoas como Aylma, Dora, Cida, Sansão, Marcelo, Neguinha, e Dona Zefa, e as pessoas que entregaram as bebidas grandes parceiro como Xandinho, Mutante, Andre, Catraca, Ruam, sem esquecer a força incondicional do amigo coroinha, que prestou a nossa Turma da Birita.





O reboque estava repleto de meninas lindas e sorridentes 


Gilberto com suas esposa Carla e a filha Aline 


Eu collar meio bêbado com meu sobrinho de responsa Gilson 


Daniele e Wilma Florêncio 


Uma turma que não deixou cai a peteca nesse carnaval 

Foto: #mamao

Patricia e Mamão no passo do frevo 













Essas amigas tomaram todas não perderam o passo nesse carnaval esbanjando beleza e alegria.

Turminha da Rua da Celpe no bloco da turma da Birita,






Léo silvano e coroinha.

Bloco das Virgens levou muita alegria pelas ruas da cidade

No sábado a noite quem saio pelas ruas de Jataúba foi o Bloco das virgens comandada pelo amigo corujinha e seus amigos, os ditos homens que se revelam vestindo as roupas de suas mulheres e namoradas, mais o que vale é a farra, então ta valendo.    







Ah injustiça!! esta sim era a mais bela das virgens, pena que houve um complô das outras invejosas que não deixaram esta beldade subir no palco. 






Sábado de carnaval a turma do Náutico fez a festa em Jataúba.






























Só resta a saudade.


Terminado o Carnaval, eis que nos encontramos com os seus melancólicos despojos: pelas ruas desertas, os pavilhões, arquibancadas e passarelas são uns tristes esqueletos de madeira; oscilam no ar farrapos de ornamentos sem sentido, magros, amarelos e encarnados, batidos pelo vento, enrodilhados em suas cordas; torres coloridas, como desmesurados brinquedos, sustentam-se de pé, intrusas, anômalas, entre as árvores e os postes. Acabou-se o artifício, desmanchou-se a mágica, volta-se à realidade.

Invenção do Diabo


 O Carnaval não é invenção do Diabo, como dizem algumas religiões. Talvez seja invenção de algumas religiões, como dizem os carnavalescos!

No carnaval

No carnaval os homens podem se vestir de mulher e as mulheres podem andar peladas. No resto do ano te matam por ser travesti e te estupram por usar pouca roupa.


Fantasia, cores, alegria e sensualidade

Você pode até não curtir carnaval, mas há de convir que os blocos de Jataúba são mágicos. É um mundo muito lindo de fantasia, cores, alegria e sensualidade.

Valeu Jataúba ano que vem tem mais.

Mocidade Alegre é tricampeã no Carnaval de São Paulo



A Mocidade Alegre foi a grande campeã do Carnaval de São Paulo em 2014. A escola do bairro do Limão, zona norte da capital, recebeu 269,7 pontos na apuração realizada nesta terça (4), ficando à frente da Rosas de Ouro (269,4) e da Águia de Ouro (269,3), vice-campeã e terceira colocada respectivamente. Pérola Negra e Leandro de Itaquera foram rebaixadas para o grupo de acesso.

É o terceiro título consecutivo da Mocidade, que consolida sua hegemonia neste século –ela já havia sido campeã em 2004, 2007 e 2009.

Terceira escola a entrar no Anhembi no 2º dia do Carnaval paulista, a Mocidade fez um desfile consistente e era apontada por especialistas como a principal favorita ao título.

A escola recorreu ao tema da fé para alcançar o tricampeonato, o que não acontecia há 26 anos. A façanha foi alcançada pela última vez em 1988, pela Vai-Vai.

O enredo da Mocidade não deixou de ser também uma homenagem à presidente da escola, Solange Bichara, conhecida por seus gestos fervorosos, como segurar vários terços nas mãos antes da escola entrar na avenida.

Desfile da escola de samba Mocidade Alegre, no segundo dia do Carnaval no Anhembi, em SP

Além de repetir o costume, ela fez juz à fama de supersticiosa ao jogar moedas ao chão antes de a Mocidade entrar na avenida.

Como de praxe, a escola caprichou na maquiagem e na pintura de seus componentes. Pontos notáveis do desfile foram suas alas coreografadas. Ao menos no samba, a escola reuniu o Budismo, Candomblé, Islamismo ao longo de suas alas.

Por vezes, quando o samba dizia “De joelhos eu vou cantar”, praticamente todos os componentes se ajoelham na avenida. ”É a nossa cara fazer algo diferente”, disse a presidente da escola, já na dispersão.

Outro destaque frequente na Mocidade ao longo dos anos é seu grupo de intérpretes. Há anos, a escola é elogiada pela afinação e sintonia entre seus cantores.

Também tiveram espaço na evolução da escola crenças como a Numerologia e a Astrologia. Uma das alas da trouxe galhos de arruda de verdade. Enquanto desfilavam, seus integrantes iam perfumando a avenida.

A escola terminou o desfile no tempo limite, de 65 minutos. Integrantes da Mocidade distribuíram medalhas de São Jorge à plateia. Muitos dos que recebiam, beijavam o adereço e agradeciam.

Da Folha de São Paulo

Custo da Copa no Brasil pode atingir os R$ 30 bilhões

R$ 26 bilhões. Esse é o custo da Copa de 2014, de acordo com a última atualização da Matriz de Responsabilidades, documento que reúne todas as intervenções relacionadas com o Mundial a cargo do governo federal, dos governos estaduais e cidades-sede. A lista tem de obras em estádios a projetos na área de turismo, passando por telecomunicações, portos e segurança, entre outros, formando um quadro completo.

No entanto, esse valor está defasado (há estimativas de que, no final, a conta baterá nos R$ 30 bilhões). Isso porque a última atualização da Matriz foi feita em setembro do ano passado - teve uma atualização em novembro, basicamente para a retirada do documento de obras que não ficarão prontas até a Copa.

Dessa maneira, não entrou no cálculo despesas como as com as estruturas temporárias, exigência da Fifa para todas as arenas do Mundial. Em média, o custo vai ser R$ 40 milhões por estádio, a serem gastos com itens diversos, entre eles aluguel de tendas, aparelhos de raio X e implantação do sistema de tecnologia de informação.

Essa é uma das pendências na preparação para a Copa. A 100 dias de a bola rolar, a maior parte das cidades ainda não viabilizou a aquisição de materiais e equipamentos que compõem o aparato das temporárias. Pior, em alguns casos ainda há discussão para definir quem vai pagar a conta.

É o caso de São Paulo. Por contrato, a obrigação de arcar com os custos - R$ 43 milhões, de acordo com orçamento apresentado em 20 de janeiro por Andrés Sanchez ao prefeito Fernando Haddad e ao secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke - é do Corinthians, o dono da arena.

Prefeitura e governo estadual contribuirão com instalações físicas e materiais para as temporárias no estádio em Itaquera, mas os cerca de R$ 39 milhões que terão de ser gastos com itens como tendas, cabos óticos e aluguel de geradores deverão ficar a cargo do clube. O Corinthians busca parcerias para viabilizar as temporárias.

O problema é que o tempo está passando, no caso do Itaquerão, a Arena Corinthians, e de várias outras, e o atraso pode comprometer a qualidade de alguns sistemas e equipamentos que serão instalados. Segundo especialistas da área, por exemplo, são necessários 120 dias para instalar toda a infraestrutura de telecomunicações (antenas, cabos, roteadores e vários outros itens). Até agora, nenhum dos 12 estádios teve o sistema instalado.

PELA METADE - Há obras complexas por fazer, mas até intervenções simples estão atrasados. É o caso das obras no entorno do Beira-Rio, em Porto Alegre. Basicamente, é preciso fazer a pavimentação das vias, pequenas, mas ainda não foi feita sequer a licitação - o primeiro edital não teve interessados. Com isso, há o risco de a obra acabar durante a Copa (o prazo de execução é de quatro meses).

Há situações em que a obra prometida será entregue parcialmente. O principal exemplo é o do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande, no Mato Grosso, projetado, entre outros argumentos, para atender a Arena Pantanal. Até a Copa, porém, só estarão concluídos 5,7 km dos 23 km do percurso.

O VLT de Cuiabá é sempre citado pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, quando fala do legado da Copa. Ele argumenta que, não fosse o Mundial, tal obra só seria realizada daqui a 30 anos. Assim, terminado o Mundial restará observar quanto tempo vai levar que o VLT esteja totalmente concluído.

Agência Estado