quarta-feira, 27 de março de 2013

Assalto a lanchonete em jataúba.





    A poucos por volta das 23:00 desta quarta 27/03/13 O hamburgão de jataúba foi assaltado por dois meliantes os dois estvam de capacete em uma moto de placa não anotada onde adentraram no estabelecimento de arma em punhos e anuciaram o assalto madaram todos que ali estavam deitarem e pediram para que nimguem o olhasse para eles  levando uma quantia não informada pelos os propietario alem do apurado do estabelecimento tembem foi subtraido pertences dos que ali estavam logo apois o assalto os ladrões tomaram destino ignorado.

Jataúba news
Escrito por collar.

O fenômeno Eduardo Campos


 
O governador de PE é, mas não é; está, mas não está; e até agora foi um propagador de platitudes

EDUARDO CAMPOS é candidato a presidente  a República. É ou não é? Ele está na base de apoio do governo de Dilma Rousseff. Está ou não está? Segundo o senador Jarbas Vasconcelos, o simples fato de ele ter dito que 'dá para fazer muito mais' mostra que é um dissidente. Mostra ou não mostra?
Nenhuma dessas perguntas foi respondida pelo governador. Seria cedo para fazê-lo, mas indo-se às ideias que Eduardo Campos defendeu desde a sua transformação em fenômeno federal, vai-se a um abissal silêncio. Ele poderia ter ido a uma universidade com um plano para fazer melhor na educação. Poderia ter ido a um seminário sobre saúde pública. Nada. Foi a São Paulo reunir-se com empresários. Se levou ideias ou buscou apoios, não ficou claro, pois nem ele expôs propostas nem os empresários mostraram suas oferendas.
Até agora, o governador cumpriu uma agenda político-gastronômica da qual resultou uma única informação de conteúdo: o cozido que o senador Jarbas Vasconcelos lhe ofereceu leva carnes de segunda com pirão de farinha de mandioca.
Suas propostas são um acúmulo de platitudes. Diz coisas assim:
'Não há grande incômodo nas grandes massas. Não há na classe média esse sentimento, nem de forma generalizada no empresariado. Mas há, nesse instante, nas elites, grande preocupação com o futuro. Há o sentimento de que as coisas podem piorar.'
Seu melhor momento deu-se quando citou o avô, Miguel Arraes:
'Na política, você encontra 90% dos políticos atrás de ser alguma coisa. Dificilmente eles sabem para quê.'
Não era citação, mas carapuça. Nenhum comensal de Eduardo Campos enunciou o 'para quê' e muito menos ele ofereceu uma pista.
Campos propõe-se a 'renovar a política'. Durante a passagem da doutora Dilma por seu Estado um veículo do Instituto de Tecnologia de Pernambuco distribuía faixas louvando-o e uma jovem desempregada de 24 anos contou que prometeram-lhe R$ 20 para carregar a propaganda. Nas suas últimas campanhas presidenciais o PSDB alternou marquetagens, platitudes e cruzadas religiosas. Deu no que deu.
Um candidato que está na base do governo mas não está é uma contradição em termos, coisa de uma época que passou. Candidatos que se fizeram de rogados foram fritos. Na última eleição municipal deu-se em São Paulo um fenômeno que merece ser estudado por quem pretenda vencer uma eleição majoritária. Depois de uma campanha na qual o PT tinha um poste e o PSDB um candidato relutante, o asteroide Celso Russomanno tinha 46% das preferências na zona leste da cidade. Em duas semanas, caiu para 24%, um desfalque estimado em 270 mil votos. Ele tinha fama como apresentador de programa de TV, sem partido forte ou tempo de propaganda gratuita. Na reta final, propôs uma tarifa de ônibus diferenciada: quem fizesse percurso maior pagaria mais. Tradução: o trabalhador que mora longe do serviço tomaria uma mordida. Russomanno não chegou ao segundo turno.
As eleições brasileiras não se decidem mais num joguinho de doações, marquetagens e alianças de cúpula. Como nos cozidos, esses ingredientes temperam o prato, mas, sem carnes, nada feito, pois tanto um bilionário como um esfomeado sabem quando não há substância no prato.

Papa Francisco ganha a admiração dos evangélicos


 

A eleição do papa Francisco chamou atenção da comunidade evangélica do país. Um dos pastores mais influentes da Assembleia de Deus, o cearense Jecer Góes, tem usado as redes sociais para fazer comparações entre a situação da Igreja Católica e das confissões evangélicas. No twitter, Jecer Góes chamou atenção para os hábitos franciscanos do novo papa. “E o evangelho? Enquanto isso, o catolicismo em alta com o novo papa”, escreveu, em 20 de março. Opositor da chamada Teologia da Prosperidade, Jecer Góes usou os problemas recentes da Igreja para fazer, no último dia 17, um alerta a seus fieis :

“O desgaste na liderança católica é o sinal amarelo para a liderança evangélica. Tudo começa com a tal prosperidade. Vigiai”. E completou: “A crise daIgreja deveria servir de exemplo para os evangélicos”. Mais, também em 17 de março: “O porta-voz do Vaticano diz que os cristãos só pensam em sexo, poder e dinheiro. Nunca na Igreja. Reflita a situação evangélica
hoje?”. (Felipe Patury - ÉPOCA)

BRICs: Dilma afirma que a meta é superar a pobreza



A presidente Dilma Rousseff (PT) disse nesta quarta-feira (27), durante a 5ª Cúpula do BRICs (bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul, que a meta de todos é a superação da pobreza. Ela lembrou, porém, que esse objetivo é apenas o começo de um esforço conjunto que inclui uma série de ações para o desenvolvimento dos países que integram o grupo. Dilma ressaltou que o Brasil conquistou avanços, mas que o empenho é mantido pelo governo.

“A superação da miséria é apenas o fim do começo”, destacou a presidente na abertura da cúpula. Dilma reiterou que, em decorrência dos modelos de desenvolvimento econômico e social adotados no Brasil, o país conseguiu atingir a meta do milênio fixada pelas Nações Unidas, de superar a renda mínima de US$ 1,25 por pessoa.

A presidente disse ainda que as políticas públicas executadas no Brasil visam a transformar cidadãos em consumidores, ampliando o mercado interno e as oportunidades. Dilma lembrou que os países do BRICs podem ter “histórias diferentes”, mas têm metas semelhantes. “É a responsabilidade com o mundo que está surgindo”, acrescentou.

Antes da abertura da cúpula, Dilma participou de um café da manhã com os líderes do BRICs - os presidentes Jacob Zuma (África do Sul), o anfitrião, Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China), além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

STJ nega pedido de liberdade ao ex-juiz Nicolau



O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes negou liminar em habeas corpus ao ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, 84, que vai continuar preso. Na última segunda-feira (25), o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) cassou a prisão domiciliar do ex-magistrado e o encaminhou para a carceragem da Polícia Federal em São Paulo.

A defesa de Lalau, condenado por desvios de dinheiro das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, queria o retorno dele à prisão domiciliar. O mérito do habeas corpus será julgado pela Sexta Turma do STJ.

Os advogados do ex-juiz pediram no habeas corpus o reconhecimento da prescrição no caso e alegou que a prisão não tem amparo no artigo do Código de Processo Penal, que trata das hipóteses para a prisão preventiva. Para a defesa, essa é a “prisão preventiva mais longa da história” do país.

A defesa citou até o caso do mensalão, lembrando que o princípio de inocência foi respeitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), até o trânsito em julgado, na Ação Penal 470, processo sobre o escândalo. Em último caso, a defesa pediu o retorno do ex-juiz à prisão domiciliar.

Brasil e China fazem acordo de troca de moedas

Agência Brasil (Brasília) – O Brasil e a China firmaram hoje (26) acordo de troca das moedas locais (reais por yuans) no total de R$ 60 bilhões (190 bilhões de yuans), válido por três anos e com possibilidade de renovação. O acordo foi assinado pelos bancos centrais dos dois países e tem o objetivo facilitar o comércio bilateral.
De acordo com nota do Banco Central (BC) do Brasil, as tratativas para o estabelecimento do acordo foram demandadas pelos líderes dos dois países em declaração conjunta na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que ocorreu na capital fluminense em 2012.
O Banco Central acrescentou que adotará as medidas regulamentares e operacionais necessárias para a implementação da iniciativa, observando os limites e as condições estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O BC também informou que ontem (25) houve uma reunião com o Banco Central da África do Sul (The South African Reserve Bank ), paralelamente ao encontro, em Durban, da Cúpula do Brics, grupo formado por cinco países emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Nessa reunião, o presidente do BC, Alexandre Tombini, e a presidenta do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus, discutiram as condições monetárias e financeiras pós-crise nos países avançados, e as respostas de política econômica dos países emergentes, inclusive as políticas macroprudenciais.
De acordo com nota do BC, os presidentes dos dois bancos centrais conversaram também sobre sobre formas de fortalecer a voz dos países emergentes em organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Conselho de Estabilidade Financeira (em inglês, Financial Stability Board – FSB)
Na reunião, também foi discutida a agenda de reforma da regulação financeira internacional, principalmente a troca de experiências sobre o progresso na implementação de Basileia 3 (conjunto de regras para a estrutura de capital das instituições financeiras).

Dilma leva chá de cadeira na África do Sul e se irrita


 

A presidente Dilma Rousseff levou um chá de cadeira de quase uma hora e meia do presidente sul-africano Jacob Zuma(foto), anfitrião da Cúpula dos Brics em Durban. Irritada, Dilma resolveu voltar ao seu hotel. De lá, foi para a cerimônia de abertura da cúpula -mas não foi ao jantar oficial. Segundo assessores da presidente, ela deve se reunir com Zuma hoje. Mas a sensação era de constrangimento por causa da espera a que Dilma foi submetida. (A informação é da Folha de S.Paulo)

Dilma tinha um encontro bilateral com Zuma às 18h15 no centro de convenções. Ficou esperando durante uma hora e meia, reunida com seus ministros, enquanto Zuma prolongava sua reunião com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Os dois fecharam acordos para manutenção de helicópteros russos e transferência de tecnologia para energia solar e nuclear.

Já os russos parecem ser a pedra no sapato do governo brasileiro nesta viagem. Dilma tem andado para cima e para baixo com o embaixador Roberto Azevêdo, candidato brasileiro à diretoria-geral da Organização Mundial do Comércio -a escolha começa na semana que vem. Hoje, a presidente brasileira também pode se encontrar com o presidente do Egito, Mohamed Mursi.

Romper ou não romper




 

O pré-candidato a presidente mais badalado pela mídia até agora é o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB. Ele terá de fazer cálculos complexos antes de anunciar sua decisão de entrar (ou não) na corrida pelo Palácio do Planalto no ano que vem.

A favor do projeto do pernambucano só há dois cenários, ambos temerários. O primeiro e mais otimista é que Campos poderia atropelar Dilma Rousseff. Surfaria na fadiga de material do PT, há mais de uma década no poder. Sairia vencedor em 2014.

Esse desfecho não é impossível, embora seja altamente improvável, dadas as condições atuais. O governo do PT despeja milhões de reais no mercado. Dá dinheiro quase de graça para empresas tomarem emprestado. Corta impostos a granel. Fortalece programas sociais. São medidas que não consertam a economia, mas empurram a conjuntura de hoje até a campanha eleitoral de 2014. Aí fica difícil fazer oposição.

O segundo cenário supostamente favorável a Campos é ainda mais frágil: como candidato, mesmo perdendo, ele acumularia forças para 2018. Na história política presidencial recente, essa estratégia deu certo apenas para Luiz Inácio Lula da Silva -- que era um líder sindical já conhecido nacionalmente desde sempre e tinha por trás de si o PT. Campos não é Lula, muito menos o PSB é o PT.

Se os fatores pró-candidatura de Campos são frágeis, os riscos são muito mais robustos. Com quem o PSB poderia se coligar nos 26 Estados e no Distrito Federal para eleger deputados, senadores e governadores? Só partidos nanicos. Os principais estarão alinhados a Dilma Rousseff ou a outros candidatos -- Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (Rede).

Também parece óbvio que o PT tentará dizimar Campos e o PSB logo após o eventual rompimento. Há risco real de ele e seu partido saírem do processo menores do que entraram. Tudo isso será bem ponderado até março ou abril de 2014. (* Folha de S.Paulo)

Celpe: exemplo de desrespeito à população


Os constantes episódios de interrupção de energia provocados pela Celpe têm se tornado recorrente não somente no Recife, mas em todo Estado.
Quando há algum tipo de explicação, a Celpe resume a afirmar, em nota oficial, que “são descargas atmosféricos, queda de arvores, etc, etc, que causam as interrupções”.
Com certeza não é por falta de caixa, de recursos financeiros, que os serviços de modernização, manutenção não estão sendo realizados. Basta ver os extraordinários lucros desta empresa nos últimos anos, através dos balancetes contábeis.
O que se verifica é que as tarifas foram reajustadas exorbitantemente, ao longo dos anos, e mesmo assim os serviços pioraram. Segundo a Aneel, as tarifas devem garantir o fornecimento de energia com qualidade e assegurar aos prestadores receitas suficientes para cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento.
O que não tem ocorrido. E lamentavelmente, apesar das denuncias, reclamações, manifestações constantes, NADA tem sido feito, nem mesmo para garantir, o que está nos contratos de prestação de serviços.
Há uma evidente quebra de contrato da empresa com o consumidor e com o Estado. O poder público age como avestruz, se eximindo de uma responsabilidade que é sua.
Neste descaso todo, não devemos esquecer a lei de Murphy que diz: “nada está tão ruim que não possa piorar”. A íntegra deste artigo, do professor Heitor Scalambrini Costa, da Universidade Federal de Pernambuco, você confere no menu Opinião. Vale a pena!