quinta-feira, 17 de julho de 2014

Conta de energia pode aumentar neste segundo semestre em todo o país

Distribuidoras recorrem ao mercado de curto prazo
Caso o governo não encontre solução para ajudar as distribuidoras de energia a cobrir o rombo do setor, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) poderá começar a repassar parte desses custos para a tarifa dos consumidores já no próximo mês. Essa medida é possível sem que haja um reajuste extraordinário, já que o calendário oficial da agência prevê a reavaliação de preços de 16 empresas, tais como a Celesc (SC), CEB (DF), Celpa (PA), Cemar (MA) e Cepisa (PI). As distribuidoras que já tiveram reajustes no primeiro semestre, a exemplo da Celpe, teria esses índices contemplados no próximo ano.

De acordo com diretor geral da reguladora, Romeu Rufino, esta não é a solução ideal defendida pela agência, mas uma das opções possíveis.

“Mês que vem teremos um conjunto grande de empresas passando pelo processo tarifário. Aquilo que não tiver solução via empréstimo ou qualquer outra fonte de recurso será refletido (nas tarifas)”, disse. Rufino não disse, entretanto, qual pode ser o tamanho desse aumento.

As distribuidoras de energia contam com auxílio do governo para pagar uma conta que, segundo informações do mercado, pode chegar a R$ 8 bilhões no fim do ano. Essas companhias dizem não ter caixa suficiente para fazer frente a esses gastos e desde o início do ano estão pedindo socorro. Até o momento, o Tesouro já participou da solução com um aporte de R$ 1,2 bilhão e intermediando um financiamento bancário de R$ 11,2 bilhões. Todo esse montante já foi gasto pelas distribuidoras com o pagamento de compra de energia.

EXPECTATIVA

As distribuidoras de energia elétrica acreditam que o governo dará uma resposta definitiva ao rombo do setor até o fim deste mês. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia (Abradee), isso poderá ser feito uma vez que os valores pendentes até o fim do ano tendem a ser menores que os do primeiro semestre.

Atualmente a conta em aberto das distribuidoras está em R$ 1,322 bilhão, segundo a associação. Esse montante deveria ter sido pago na segunda semana deste mês às geradoras de energia, mas acabou sendo adiado para 31 de julho. “O Ministério de Minas e Energia está trabalhando junto à Fazenda e à Aneel na elaboração de uma solução, que ainda não temos como detalhar porque não conhecemos”, disse o presidente.
Com informações da FOLHA PE -


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Zé Augusto faz discurso forte na Câmara: Ele quer retomar o comando do PROS em Pernambuco


O deputado federal José Augusto Maia utilizou a Tribuna da Câmara, nesta quinta-feira 17, para denunciar as “negociatas”, que terminaram por lhe tomar a presidência estadual do PROS, no último dia 12 de junho.

Com um discurso forte, o deputado afirmou que vai entrar na justiça, para retomar o comando do partido no estado e, assim, poder dar o direcionamento à coligação que tem o apoio do seu grupo político. “Senhor Presidente, fui brutalmente excluído do processo eleitoral pelas lideranças do PROS Nacional, ... partido este que se tornou um balcão de negócios, é uma gangue que está instalada no nosso Brasil, em quase todos os estados e eu, por não concordar e aceitar tais ilegalidades, fui excluído. Isto é uma vergonha...”, atacou Maia.

Posteriormente, comentando o conteúdo do seu discurso, Zé Augusto, que já decidiu não ser mais candidato, disse não admitir que o partido que estava sob seu comando, fique nas mãos dos que contribuiriam para sua destituição, através de acordos espúrios e não republicanos. “Os dirigentes nacionais, quando me deram a condição de dirigir o PROS em Pernambuco, tinham o conhecimento da minha ligação política com Armando Monteiro e eu só aceitei, por ter a garantia deles de que eu teria a autonomia do direcionamento em Pernambuco. 

Assim, depois de consultar meus advogados, estarei entrando com uma ação judicial, para anular esta ilegalidade, este ato indecente e vergonhoso, este atentado contra os bons costumes Republicanos na Câmara e no nosso País. Acredito na Justiça e, se Deus quiser, ela vai me devolver a presidência do partido, para junto com o meu grupo, decidir qual coligação apoiaremos, sempre visando o melhor para o nosso Estado e para o País”, finalizou o deputado.

Brasília/DF, 17 de Julho de 2014.
Assessoria Parlamentar
Deputado Federal José Augusto Maia

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Paulo Câmara usou voos do estado em pré-campanha em Pernambuco



O candidato ao Governo de Pernambuco pela Frente Popular de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), teria feito uso de aviões fretados pelo Governo do Estado em viagens pelo interior para tornar a sua postulação mais conhecida pelo eleitor. Oficialmente, Câmara teria viajado sob a égide de cumprir agenda administrativa enquanto ainda exercia o cargo de secretário da Fazenda. De acordo com o Portal da Transparência, as viagens de Paulo Câmara foram intensificadas no período em que o seu nome foi alçado à condição de pré-candidato na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas.

Segundo o Jornal do Commercio, entre os dias 2 e 30 de março, Câmara realizou seis viagens para participar de uma série de inaugurações em diversos municípios do Agreste e do Sertão pernambucano. Em todos os voos, o ex-governador e presidenciável Eduardo Campos teria acompanhado o afilhado político. As viagens teriam custado R$ 205 mil aos cofres públicos. O levantamento aponta, ainda, que entre agosto de 2013 e 24 de fevereiro, quando Câmara foi ungido como o pré-candidato do PSB, o Governo do Estado havia contratado 20 voos junto a uma empresa de táxi aéreo. Contudo, Paulo Câmara não viajou ao interior em nenhuma destas ocasiões.

A agenda de viagens começou a ser intensificada no dia 2 de fevereiro, quando ele viajou para Pesqueira, Agreste do Estado, como integrante da comitiva do governador, para visitar a feste de Carnaval do município. A partir daí, Câmara participou de atos de inauguração de açude e hospitais, além de eventos ligados a inauguração de obras viárias.

Em nota, a assessoria de Paulo Câmara informou eu as viagens do ex-secretário ao lado do ex-governador Eduardo Campos sempre foram uma constante ao longo dos últimos sete anos. “Elas sempre aconteceram, tanto em voos comerciais como fretados. No entanto, a sua participação nas agendas não era evidenciada na imprensa pela postura discreta do então secretário”, diz o texto. Antes de agosto de 2013, quando houve uma mudança nos protocolos de voo, o nome dos passageiros de aeronaves fretadas não precisava ser informado.

Vale ressaltar que a prática de integrar a comitiva como forma de tornar o candidato mais conhecido não é considerada ilegal. O próprio ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) usou a mesma tática quando estava à frente do Executivo Federal para tornar a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), mais conhecida do eleitorado nacional. Na ocasião, Dilma – havia sido escolhida para disputar a sucessão de Lula – passou a integrar de forma constante as comitivas presidenciais e participando de eventos e inaugurações em todas as regiões do país. 

Com informações do PE247 -


Referencia

Armando Monteiro Neto diz que socialistas usam laranjas para tentar derrubá-lo no TRE



Veja a nota oficial

Com relação à tentativa desesperada de impugnar as candidaturas de Armando Monteiro ao governo e de João Paulo ao Senado, cabe-nos informar o seguinte:

1) Esta ação é destituída de qualquer base legal e por isso inteiramente inconsistente. Os advogados da Coligação Pernambuco Vai Mais Longe adotarão as providências necessárias;

2) Ao terceirizar iniciativas e questionamentos inteiramente deslocados do espaço do debate político, algo inédito na história recente de Pernambuco, nossos adversários apelam para uma linha desqualificada de campanha e de atuação política;

3) A população de Pernambuco saberá julgar esse tipo de atitude e espera que se faça nestas eleições uma campanha limpa e propositiva.

Assessoria 


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Humberto Costa diz que Eduardo Campos se alia com raposas políticas


Foto: Agência Senado

O senador Humberto Costa (PT) usou a tribuna do Senado nessa quarta-feira (16) para rebater as críticas do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), candidato à Presidência da República, à presidente Dilma Rousseff (PT) durante a sabatina promovida pelo UOL no dia anterior. Para Humberto, que é líder petista na Casa, Campos é injusto, mostra desconhecimento nas críticas ao Planalto e tem um discurso incoerente.

“O que se observa é uma campanha meio errática, ora pendendo para um lado, ora pendendo para outro; ora criticando o que chama de raposas, ora se aliando com elas; ora integrando por mais de uma década determinado governo, ora querendo renegá-lo”, afirmou, questionando o slogan da “nova política” usado pelo PSB.

Humberto tentou rebater o discurso do ex-governador de que Dilma entregará o País pior quando assumiu ao alegar que os 12 anos de gestão do PT no governo federal representam um único projeto que teria reduzido de 4,2% para 3% a pobreza extrema no Brasil e ampliado o salário mínimo de R$ 510 para R$ 724.

O petista ainda classificou como mais injusta a crítica de que não há nenhuma obra importante no Nordeste que tenha sido inicia e entregue na gestão Dilma. “O ex-governador não faz justiça à verdade dos fatos. Desde 2011, são mais de R$ 32 bilhões em obras para garantir oferta d´água em quantidade e qualidade para populações que vivem no semiárido e outras regiões com escassez de água”, disse.

O senador cobrou um posicionamento do ex-ministro da Integração Fernando Bezerra Coelho, que integra a chapa do PSB em Pernambuco, que já havia declarado que nunca se investiu tanto em obras hídricas estruturantes no País.

“Eu quero ter a alegria de ver amanhã o ex-ministro Fernando Bezerra ocupar os jornais do nosso Estado para reafirmar o que ele disse tantas e tantas vezes sobre o Nordeste e a segurança hídrica, que a presidenta Dilma foi quem mais fez nesse assunto pela nossa região. Ele precisa dizer se o ex-governador está sendo justo ou injusto com a presidenta Dilma”, alfinetou.



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Aécio Neves aponta incoerência de Eduardo Campos ao criticar PSDB



Foto: divulgação

Questionado sobre a declaração do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) de que a sua candidatura à Presidência da República seria uma opção conservadora, o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) apontou uma incoerência no discurso do adversário socialista pelo fato de o PSB apoiar a reeleição dos governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do Paraná, Beto Richa (PSDB). O vice de Alckmin, inclusive, é o deputado federal Márcio França (PSB).

“Quando eu vejo Eduardo considerar o PSDB um partido conservador porque se refere, na verdade, ao PSDB ou aos governos do PSDB, e ao mesmo tempo, apoiar os dois principais governadores do PSDB, eu tenho que compreender que isso é uma coisa boa, ser conservador, já que ele apoia o governador Geraldo Alckmin e apoia, com muita alegria nossa, o governador Beto Richa”, afirmou Aécio.

Apesar da alfinetada, o tucano afirmou, de olho em um eventual apoio no segundo turno, que vai continuar amigo de Campos e que quer conversar sobre o Brasil com o pernambucano após as eleições. “Você não vai me fazer brigar com o Eduardo. Ele pode querer brigar comigo, eu não vou brigar com ele”, disse.

O apoio do PSB a candidatos tucanos foi bastante questionado pela ex-senadora Marina Silva, vice de Campos na chapa presidencial, e por integrantes da Rede Sustentabilidade. O grupo temia justamente que os apoios pudessem minar o discurso nacional da “nova política”.

Blog do Jamildo



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