sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Jovem tem alergia a água e não pode tomar banho, chorar ou suar

Foto: Reprodução / Instagram.

Tessa Hansen-Smith, uma jovem universitária americana de 21 anos, sofre de uma condição bem incomum: ela tem alergia a água. A alergia pode ser muito mais complicada do que parece: ela toma banho duas vezes por mês e sempre que sua ou chora acaba com febre, fortes dores de cabeça e erupções cutâneas.

Sua condição faz com que a jovem tenha que mudar radicalmente seu estilo de vida. Ela não pode praticar esporte e nem mesmo fazer caminhadas, tendo que utilizar sempre o carro, para que o suor não lhe provoque uma nova crise.

Foi a mãe de Tessa, que é médica, quem descobriu a condição rara da filha. Segundo o Daily Mail, até mesmo beber um copo de água faz com que a jovem se sinta desconfortável! Os primeiros sinais da doença começaram a aparecer quando ela tinha apenas 8 anos. No início, os pais dela acharam que eram uma reação alérgica aos sabonetes e xampus que ela estava usando. A mãe foi retirando os produtos um a um para descobrir a causa.

Alergia a água: Como lidar com a condição?

“É muito difícil lidar com esta condição. Sou alérgica às minhas próprias lágrimas, saliva e suor”, conta Tessa. “Sofro de cansaço muscular e náuseas. O problema surge quando como algo com muita água como fruta e legumes. Mesmo a água potável pode causar cortes na minha língua”, acrescentou ainda.

“Quando choro por alguma coisa, cortando cebolas, tristeza ou apenas meus olhos se sentindo irritados porque já são bastante alérgicos a eles mesmos, geralmente sofro erupções cutâneas ao redor dos olhos. É difícil colocar qualquer medicamento nas erupções ao redor dos olhos, porque eles são muito sensíveis”, explicou a jovem.

Qual o nome da doença e como tratá-la?

O problema da americana foi identificado como urticária aquagênica, doença que atinge menos de 100 pessoas no mundo. Para controlar o quadro, Tessa toma diariamente 9 compridos de medicação anti-histamínica. Os cuidados precisam ser maiores nos raros dias em que toma banho. “Sempre me lembro de que não tem cura”, afirmou a universitária.

Apesar dos desafios diários que enfrenta, Tessa está determinada a não deixar sua condição controlar completamente sua vida. “Sempre fui muito determinada a ser independente e a deixar a minha cidade natal para ir a uma universidade. Eu tento o meu melhor para levar as coisas um dia de cada vez, porque alguns dias são melhores que outros”, declarou a jovem, que é natural de Labany (Oregon, EUA).

Festa Inesquecível: Formatura do ABC da nossa Escola! Noite especial ! Um show de aprendizagem!


Uma escola com um referêncial de duas décadas fazendo Jataúba crescer e se desenvolver através dos seus alunos.


A Escola Paraíso do Saber realizou a formatura do ABC, a festa foi realizada no Clube Municipal e encantou os pais dos alunos que mais uma vez abrilhantaram o evento. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
   

Funk a música da prostituição: Garotas fazem ‘trenzinho’ de sexo em bailes funk com dez sem camisinha; veja o vídeo.


A “tauba” é assim: as adolescentes se deitam e vão tendo uma relação com um “trenzinho”

O Repórter Record Investigação revelou uma situação alarmante: nas baladas de funk, adolescentes trocam várias vezes de parceiro, sem preservativo, no que eles batizaram de “tábua do sexo”. E a gravidez precoce de meninas que participam desses bailes é cada vez mais frequente.

O ritmo que bota milhares de jovens para dançar é o mesmo que leva muitos deles para o embalo das drogas. O funk, as festas e os jovens da periferia convivem com um problema que domina a maioria das comunidades brasileiras.

Os maiores bailes funk de São Paulo acontecem em comunidades com índices elevados de pobreza e violência. É o caso de Heliópolis – a maior favela da cidade, com cerca de 200 mil moradores. Só no ano passado, foram registradas 511 ocorrências policiais, 25 armas foram apreendidas e 210 pessoas presas em flagrante.

Uma comunidade de São Paulo, onde vivem aproximadamente 100 mil pessoas, é ainda mais violenta. Em 2015, a Secretaria de Segurança Pública registrou 1142 ocorrências policiais. 124 armas foram apreendidas e 838 pessoas presas em flagrante.


Essa realidade do dia a dia da periferia está exposta nas letras do funk: “Crash, parte e fecha, maconha tá liberada. Lança tá matando, se liga é tomar uma bala. Festa open bar, ela se acaba com as amigas. Tá enchendo o top, brincando de vira-vira”.

Maconha e lança-perfume circulam de mão em mão nas ruas cheias de moradores.
O problema é que, muitas vezes, a sensualidade do funk ultrapassa os limites da diversão. Karina, de 18 anos, conta que muitos rapazes aproveitam que as meninas estão sob efeito de álcool e drogas e abusam. Ela admite que também já perdeu o controle durante as festas.

— Não só eu, como muita gente que eu conheço chegou a ficar jogado no chão, por conta de bebida ou de droga. Sempre acontece.

Karina estava nos bailes todo fim de semana. Só abandonou o pancadão há cinco meses, quando descobriu que estava grávida. Ela engravidou de um ex-namorado, com quem ia às festas. O rapaz não assumiu o filho. Em todo o estado, 341 adolescentes que deram à luz entre 10 e 14 anos engravidaram em um baile funk. É quase um caso por dia.

A ginecologista Albertina Duarte, responsável pelo atendimento de adolescentes, afirma que as jovens chegam a fazer sexo com mais de um parceiro na mesma noite. No consultório, as meninas descrevem os tipos de jogos sexuais que acontecem nos pancadões, quase sempre sem preservativos.

— A “tauba” é assim: as adolescentes se deitam e vão tendo uma relação com um “trenzinho”, onde passam vários meninos que vão tendo relação. Elas podem estar vendadas ou de olhos abertos

Assim que anoitece e a música toma conta das ruas, os vizinhos dos pancadões já sabem: o pesadelo vai começar. O funk é adorado pelos jovens, mas está longe de ser uma unanimidade.

Existem dois tipos de show: o baile funk, onde MCs e DJs se reúnem para tocar no palco. E os chamados “pancadões” — festas mais desorganizadas, onde cada um põe o som que quer para tocar nos alto-falantes dos carros. Uma situação que chegou ao extremo na zona sul da capital paulista.

A cada dia do final de semana, a Polícia recebe cerca de cinco mil ligações de paulistanos reclamando do barulho dos bailes funk. Para tentar coibir os excessos, deputados aprovaram este ano uma nova lei em São Paulo. Com multas que podem chegar a R$ 4 mil, a ideia é atingir o bolso de quem promove a festa.

As punições podem diminuir o barulho, mas não resolvem outra questão: a falta de áreas de lazer para os jovens da periferia. Há dois anos, a Prefeitura de São Paulo tenta amenizar o problema organizando bailes nas comunidades, como explica Nabil Bonduki, secretário da Cultura da cidade.

— Tem sido feito em dez regiões diferentes da cidade. E a ideia é que ela possa estar presente em praticamente todas as regiões. São eventos maiores e que são feitos em parceria com organizadores, de modo que eles se comprometam a não fazer o baile funk no meio da rua. E também tem uma coisa importante: limite de horário, no máximo dez da noite.