sexta-feira, 24 de maio de 2013

Vereador na operação tapa buraco.





Em Jataúba, o vereador Chico de Irineu (PTB) que já é conhecido por tomar iniciativas impactantes em prol da sociedade Jataubense, está imbuido em mais uma das suas. O vereador junto a alguns amigos já tomou iniciativa de patrolar a PE 160 no sentido Jataúba/ Congo e a capinação da mesma estrada no sentido Jataúba/Santa Cruz.


Parte da estrada recuperada



Desta vez o parlamentar está promovendo uma operação tapa buraco na estrada vicinal que liga a cidade de Jataúba ao distrito Riacho do Meio por onde transitam toyotas com estudantes, caminhões pipa, caminhões que escoam a produção de pedras em paralalepípedos e outros transportes alternativos. Com uma máquina retroescavadeira, o vereador trabalha incansavelmente no sentido de amenizar os transtornos dos motoristas que trafegavam pela estrada.



Serviço feito na estrada
 A experiência do maquinista tem contribuído e muito para que o serviço fique bem feito com a retirada de material das márgens da estrada para ser colocado nas áreas mais críticas.

O vereador informou ainda que este serviço poderão se estender para as localidades de Jundiá e Jacú gradativamente de acordo com os gatos que deverão obedecer um cronograma pessoal do parlamentar.


POR GERALDO SILVA

Possível candidatura de Campos gera crise no PSB



Foto: Heudes Régis/JC Imagem

Da Agência Estado

Em ação orquestrada pelo PT, governadores aliados e "amigos" do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, entregaram um recado do Planalto ao presidenciável: há uma crise instalada nos palanques estaduais do PSB e que, além de se lançar de forma precipitada como candidato a presidente da República, Campos não deve contar com o apoio de siglas como PTB, PDT e PPS (este último presente como "tradicional aliado" na convenção do PSDB que formalizou o senador Aécio Neves na presidência do partido).

Preocupados com as possíveis ausências do PT e do PMDB nas alianças regionais, os governadores do Amapá, Camilo Capiberibe, e do Espírito Santo, Renato Casagrande, ambos do PSB, disseram a Campos que seus palanques estão sendo esvaziados e que uma candidatura própria ao Planalto em 2014 seria "uma aventura". Com a expectativa frustrada dos palanques estaduais de Campos, cresce entre petistas a esperança de que o governador de Pernambuco desista da candidatura, como prevê o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O argumento apresentado aos governadores é que seria arriscado para o PSB lançar candidatura própria em 2014 e disputar uma eleição simplesmente para marcar posição agora, como já vinha sendo encampado pelo governador Cid Gomes (CE). "É óbvio que se o PSB tem candidatura própria, isso vai dificultar a formação de alianças nos Estados. É consequência natural. Como o PT vai apoiar um candidato a governador que vota em outro candidato a presidente?", ponderou o governador, que defende a preservação da aliança que elegeu cinco dos seis governadores do partido (com exceção da Paraíba) e a ampliação da bancada do PSB no Senado.

Cid fala abertamente que a candidatura de Campos sacrifica a manutenção dos governos do PSB nos Estados, enquanto outros governadores, como Wilson Martins (PI), trabalham nos bastidores para demover Campos de seu projeto nacional. "Ele tem sido mais cuidadoso para evitar estragos na relação com Eduardo Campos", explicou um aliado de Martins. "O Wilson não quer saber do Eduardo Campos", comemorou um petista.

Embora Campos não tenha dado sinais de desistência, os petistas avaliam que as "conversas" com os "amigos" de Campos surtiram efeito e o clima de campanha do líder do PSB diminuiu. "Nos últimos 30 dias a temperatura abaixou, o que permite a reaglutinação do PSB na base", avaliou um líder do governo.

A estratégia do PT para atrair o PSB passa não apenas pelo palanque dos Estados, mas também pela relação com o Palácio do Planalto. "As duas variáveis que influenciam no apoio à presidente Dilma são as alianças locais do PSB com o PT e uma relação positiva com o governo federal", afirmou o deputado Paulo Teixeira (SP), secretário-geral do PT. "O primeiro cálculo é de natureza político-eleitoral e o segundo, de natureza administrativa", disse.

Intimidações

Entusiasta da candidatura de Campos, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (RS), reclama que o Planalto tem agido em outra frente: constrangendo governadores e prefeitos que se declaram a favor de Campos. "As coisas começaram a ficar difíceis para quem disser que está com Eduardo", disse. Segundo ele, a dificuldade de acesso a recursos e programas federais estaria obrigando os governadores a declararem apoio público à reeleição de Dilma.

Albuquerque afirmou que as "intimidações" partem de pessoas próximas da presidente Dilma. "Isso tem o dedo de setores que querem constranger o PSB. E isso não pode continuar. Isso é inaceitável", afirmou o deputado. O líder do governo no Senado, Wellington Dias (PI), saiu em defesa do Palácio do Planalto: "Isso não é verdade. Tudo o que foi prometido foi mantido".

PCdoB questiona Eduardo


Foto: Michele Souza/JC Imagem
Do Jornal do Commercio

Aliado incondicional do PSB no governo do Estado e na Prefeitura do Recife – onde ocupa o cargo de vice-prefeito, com Luciano Siqueira –, o PCdoB reagiu, nessa quinta-feira, às críticas do governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB) ao desempenho do governo Dilma Rousseff (PT), e reforçadas por deputados que participam da XVII Conferência Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), no Centro de Convenções, pelo baixo crescimento econômico, a falta de planejamento de longo prazo, a deficiência da infraestrutura e o modelo tributário concentrador. No debate, parlamentares do PCdoB do Rio Grande do Sul e da Bahia questionaram dados que Eduardo apresentou e exaltaram os avanços de 2003 para cá (governos Lula e Dilma).
Após repetir as deficiências do País, feitas na abertura do encontro, e de ocupar o tempo maior da palestra dessa quinta para focar nos êxitos do seu governo, Eduardo persistiu nas críticas sutis ao responder perguntas de deputados. Diante de um painel cheio de dados sobre distribuição desigual de receitas de tributo, o governador disse que os discursos e as políticas de gestão estão “superadas e carcomidas”, defendendo nova agenda e modelo. O gaúcho Raul Carrion (PCdoB) contestou os adjetivos, diferenciou os campos políticos e ressaltou que a disputa não é entre o novo e o velho.
“Foi colocado que Lula, FHC e Dilma são o velho. Será que a disputa é de gerações ou de projetos (políticos)? Como foi dito, o senhor (Eduardo) está em má companhia, ao lado de Aécio (Neves, PSDB-MG), defensor da privatização. O Brasil avançou. A disputa é de projetos políticos”, reagiu Carrion.
Nova contestação viria depois, quando perguntas direcionadas a saber soluções para problemas do Brasil – alguns declarando voto e elogios –, receberam respostas de Eduardo que não contrariavam a expectativa dos questionadores. O baiano Álvaro Gomes (PCdoB) reagiu, contradizendo os discursos. “O Brasil mudou. Saímos da 16ª para a 6ª economia, o desemprego caiu de 12% para 5,5%, os juros caíram de 26% para 7%, a Caixa (Econômica) e o BB foram fortalecidos e não privatizados. Estamos melhor que EUA e Europa”, elencou.
Com o auditório em um terço da lotação, em dado momento o ex-presidente da Câmara e ex-prefeito de João Alfredo Severino Cavalcanti (PP) roubou a cena. “Não fui eleitor de seu avô (Arraes), mas sou seu eleitor. Digo: se meu partido ficar contra, serei dissidente. Todo esse povo aqui quer o senhor presidente”, declarou, sob aplausos e risos.

Seu bolso: você sabia dessa malandragem?


 

Quando se diz que o Brasil é o país dos espertos, alguns acham que isso é um exagero.

O governo do Rio de Janeiro paga pensão para filhas solteiras de 342 mil funcionários públicos mortos. Elas tem direito a essa pensão até se casarem. Isto custa para o bolso do contribuinte 450 milhões de reais por ano.

O ministério público, sempre ele, desconfiou que algumas dessas moçoilas não casam no papel para não perder a boquinha. Fingem que são solteiras e recebem a grana pelo resto da vida.

Eles descobriram que uma dessas mulheres, filha de um desembargador do tribunal de justiça, recebe de pensão a bagatela de R$ 43 mil. Mensais!!!!!!

A pensionista é “solteira” porque se se casar perde imediatamente o pecúlio.

Esta é uma daquelas coisas como jabuticaba, só existem no Brasil e o dinheiro sai sorrateiramente do nosso bolso sem que a gente perceba. Eu mesmo não sabia dessa malandragem.

DO BLOG DE HERÓDOTO BARBEIRO
fonte magno martins

Agora pode: ficha suja pode botar parente em seu lugar



O Tribunal Superior Eleitoral decidiu ontem que o ex-prefeito de Paulínia (SP) Edson Moura (PMDB) agiu dentro da lei ao manobrar para eleger em seu lugar Edson Moura Júnior (PMDB), seu filho, na eleição de 2012. Na prática a decisão do TSE cria jurisprudência e abre brecha para que políticos com a ficha suja coloquem parentes na última hora como candidatos. Essa fórmula foi revelada pela Folha em 13 de fevereiro último.

De acordo com dados apurados pela Folha de S.Paulo, em pelo menos 33 cidades candidatos que corriam o risco de ser barrados pela Lei da Ficha Limpa em 2012 desistiram em cima da hora e elegeram filhos, mulheres e outros familiares.

Em alguns casos, os nomes e fotografias dos fichas-sujas continuaram sendo exibidos nas urnas eletrônicas, mas os votos foram computados para as pessoas que os substituíram como candidatos. (Informações da Folha de S.Paulo - Fernando Rodrigues)

Brasil tem novo presidente: Renan. Só hoje e amanhã


 

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assume interinamente nesta sexta-feira (24) a Presidência da República, em razão da viagem da presidente da República, Dilma Rousseff, a Adis Abeba, na Etiópia. Ela participa, no próximo sábado (25), do Jubileu de Ouro da União Africana.

Renan Calheiros é o terceiro na linha sucessória, atrás do vice-presidente da República, Michel Temer, e do presidente da Câmara, Henrique Alves. Ambos também estarão fora do país. Temer viajou para o Equador, onde representa o Brasil na posse de Rafael Correa em segundo mandato como presidente do país. Já Henrique Alves se encontra nos Estados Unidos desde o início da semana.

Renan Calheiros deve ficar no posto até a volta do vice-presidente, prevista para este sábado (25). Dilma Rousseff só retorna a Brasília no domingo (26). Enquanto Renan estiver no Palácio do Planalto, o 1º vice-presidente do Senado, Jorge Viana, ocupa interinamente a Presidência da Casa.(Da Agência Brasil