domingo, 20 de março de 2016

Carro tomado em assalto é localizado após acidente em Santa Cruz do Capibaribe


Veiculo foi localizado de ponta-cabeça dentro de córrego de esgoto

Na madrugada deste domingo (20) uma pick-up foi localizada de ponta-cabeça em meio a um córrego de esgoto que fica entre os bairros Santo Agostinho e São Jorge.

De acordo com as informações, o veículo Strada (de placa KHC-1578, de Santa Cruz do Capibaribe) tinha sito tomado em assalto na última sexta-feira (18) e, no momento do acidente, quatro pessoas estariam no veículo.

Nenhum dos suspeitos foi localizado até o momento e o veículo já foi retirado do local no início da tarde de hoje. Ainda segundo informações, o proprietário do veículo se dirigiu à delegacia para tirar a restrição de roubo / furto, porém o sistema estava fora do ar.

Informações extraoficiais também dão conta que o veículo estaria sendo usado em assaltos na zona rural de Taquaritinga do Norte.


Blog do Ney Lima 



Vereador que apoia este trabalho

“Moro simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado”, diz ministro do STF sobre vazamentos



Marco Aurélio: “Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional”. (Foto: Nelson Jr ./SCO/STF)

Marco Weissheimer

Nas últimas semanas, Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, tem erguido a voz contra o que considera ser um perigoso movimento de atropelo da ordem jurídica no país. Em recentes manifestações, Marco Aurélio criticou a flexibilização do princípio da não culpabilidade, e a liberação para a Receita Federal do acesso direto aos dados bancários de qualquer cidadão brasileiro. Na semana passada, o ministro criticou a conduta do juiz Sérgio Moro, no episódio do vazamento do conteúdo das interceptações telefônicas, envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff.

Em entrevista concedida por telefone ao Sul21, Marco Aurélio fala sobre esses episódios e critica a conduta de Sérgio Moro: “Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiro de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado. Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional”, adverte.

Sul21: Considerando os acontecimentos dos últimos dias, como o senhor definiria a atual situação política do Brasil? Na sua avaliação, há uma ameaça de ruptura constitucional ou de ruptura social?

Marco Aurélio Mello: A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.


Ministro Marco Aurélio durante sessão plenária do STF. Foto: Carlos Humberto/SCO/STF

Sul21: Algumas decisões do juiz Sérgio Moro vêm sendo objeto de polêmica, como esta mais recente das interceptações telefônicas envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff. Como o senhor avalia estas decisões?


Marco Aurélio Mello: Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiros de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado e foi objeto, inclusive, de reportagem no exterior. Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional. O avanço pressupõe a observância irrestrita do que está escrito na lei de regência da matéria. Dizer que interessa ao público em geral conhecer o teor de gravações sigilosas não se sustenta. O público também está submetido à legislação.


Sul21: Na sua opinião, essas pressões midiáticas e de setores da chamada opinião pública vêm de certo modo contaminando algumas decisões judiciais?

Marco Aurélio Mello: Os fatos foram se acumulando. Nós tivemos a divulgação, para mim imprópria, do objeto da delação do senador Delcídio Amaral e agora, por último, tivemos a divulgação também da interceptação telefônica, com vários diálogos da presidente, do ex-presidente Lula, do presidente do Partido dos Trabalhadores com o ministro Jacques Wagner. Isso é muito ruim pois implica colocar lenha na fogueira e não se avança assim, de cambulhada.

Sul21: Os ministros do Supremo, para além do que é debatido durante as sessões no plenário, têm conversado entre si sobre a situação política do país?

Marco Aurélio Mello: Não. Nós temos uma tradição de não comentar sobre processos, nem de processos que está sob a relatoria de um dos integrantes nem a situação política do país. Cada qual tem a sua concepção e aguarda o momento de seu pronunciar, se houver um conflito de posições. Já se disse que o Supremo é composto por onze ilhas. Acho bom que seja assim, que guardemos no nosso convívio uma certa cerimônia. O sistema americano é diferente. Lá, quando chega uma controvérsia, os juízes trocam memorandos entre si. Aqui nós atuamos em sessão pública, que inclusive é veiculada pela TV Justiça, de uma forma totalmente diferente.

Sul21: A Constituição de 1988 incorporou um espírito garantista de direitos. Na sua avaliação, esse espírito estaria sob ameaça no Brasil?


“Se o que vale é o critério subjetivo do julgador, isso gera uma insegurança muito grande”. (Foto: Carlos Humberto/SCO/STF)

Marco Aurélio Mello: Toda vez que se atropela o que está previsto em uma norma, nós temos a colocação em plano secundário de liberdades constitucionais. Isso ocorreu, continuo dizendo, com a flexibilização do princípio da não culpabilidade e ocorreu também quando se admitiu, depois de decisão tomada há cerca de cinco antes, que a Receita Federal, que é parte na relação jurídica tributária, pode ter acesso direto aos dados bancários.

Sul21: A expressão “ativismo jurídico” vem circulando muito na mídia brasileira e nos debates sobre a conjuntura atual. Qual sua opinião sobre essa expressão?

Marco Aurélio Mello: A atuação do Judiciário brasileiro é vinculada ao direito positivo, que é o direito aprovado pela casa legislativa ou pelas casas legislativas. Não cabe atuar à margem da lei. À margem da lei não há salvação. Se for assim, vinga que critério? Não o critério normativo, da norma a qual estamos submetidos pelo princípio da legalidade. Ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Se o que vale é o critério subjetivo do julgador, isso gera uma insegurança muito grande.

Sul21: Esse ativismo jurídico vem acontecendo em um nível preocupante, na sua opinião?


Marco Aurélio Mello: Há um afã muito grande de se buscar correção de rumos. Mas a correção de rumos pressupõe a observância das regras jurídicas. Eu, por exemplo, nunca vi tanta delação premiada, essa postura de co-réu querendo colaborar com o Judiciário. Eu nunca vi tanta prisão preventiva como nós temos no Brasil em geral. A população carcerária provisória chegou praticamente ao mesmo patamar da definitiva, em que pese a existência do princípio da não culpabilidade. Tem alguma coisa errada. Não é por aí que nós avançaremos e chegaremos ao Brasil sonhado.

Sul21: Como deve ser o encaminhamento da série de ações enviadas ao Supremo contestando a posse do ex-presidente Lula como ministro?

Marco Aurélio Mello: Eu recebi uma ação cautelar e neguei seguimento, pois havia um defeito instrumental. Nem cheguei a entrar no mérito. Nós temos agora pendentes no Supremo seis mandados de segurança com o ministro Gilmar Mendes e duas ações de descumprimento de preceito fundamental com o ministro Teori Zavaski, além de outras ações que tem se veiculado que existem e que estariam aguardando distribuição. Como também temos cerca de 20 ações populares em andamento.

No tocante aos mandados de segurança, a competência quanto à medida de urgência liminar é do relator. Não é julgamento definitivo. Quanto à arguição de descumprimento de preceito fundamental, muito embora a atribuição seja do pleno, este não estando reunido – só teremos sessão agora no dia 28 de março – o relator é quem atua ad referendum do plenário.

Temos que esperar as próximas horas. A situação se agravou muito com os últimos episódios envolvendo a delação do senador Delcídio e a divulgação das interceptações telefônicas. Não podemos incendiar o país.

Sul21: O STF deverá ter um papel fundamental para que isso não ocorra…

Marco Aurélio Mello: Sim. É a última trincheira da cidadania. Quando o Supremo falha, você não tem a quem recorrer. Por isso é que precisamos ter uma compenetração maior, recebendo não só a legislação e as regras da Constituição Federal, que precisam ser um pouco mais amadas pelos brasileiros, como também os fatos envolvidos.

Fonte Sul21



Banda de forró santa-cruzense sofre sério acidente durante show


Estrutura desabou durante apresentação

Na noite de sábado (19), integrantes da banda santa-cruzense Forró na Fama sofreram um sério acidente durante um show, realizado no distrito de Cajueiro, em São Joaquim do monte.

De acordo com as informações de um dos integrantes, o acidente aconteceu quando o palco em que eles estavam desabou, deixando vários integrantes feridos.

Um dos integrantes (o guitarrista Fabrício) chegou a fraturar o joelho, outro (o baixista André) ficou desacordado após um choque e o grid de iluminação chegou a cair em cima de outros três integrantes, que se feriram com menos gravidade.

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Todos foram socorridos e passam bem.

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Vereador que apoia este trabalho

Paixão de Cristo será encenada em Jataúba na próxima quarta-feira.



Foto Blog Ney Lima

Na noite da próxima quarta-feira (22) a população de Jataúba irá vivenciar as encenações da Paixão de Cristo, esta apresentação será feita pelo o Grupo Teatral Epifania de Santa Cruz do Capibaribe. 

O grupo é composto por cercas de 30 atores, que conta na peça várias cenas da passagem bíblicas de Jesus Cristo que a mais de dois mil anos vem emocionando a população cristã. 


O grupo aborda as principais cenas, tais como, a tentação no deserto, o sofrimento de Maria, a traição e o enforcamento de Judas e também a morte e a ressurreição de Cristo. 


Collar Blog Jataúba News. 




O STF precisa ser grande, cumprir sua obrigação e devolver a paz e a lei ao país!


Desde o início da crise política criada por Aécio Neves e seus aliados, que não aceitaram a derrota eleitoral em 2014 e resolveram conduzir o país à convulsão social, que o Supremo Tribunal Federal seria no fim o guardião das decisões jurídicas decisivas.

Não se esperava que em pleno século 21, com o Brasil tendo passado por um período de crescimento, inclusão e prestígio internacional, golpistas ensandecidos teriam a coragem de atentar contra a democracia duramente conquistada após 21 anos de ditadura.

Mas tiveram.

Aécio Neves e Eduardo Cunha lideram a canalhice política, conduzindo um processo de impeachment contra uma Presidente contra qual não há imputação de crime de responsabilidade. Dois multi delatados com contas no exterior e acusados de grave corrupção em Furnas querem se fazer passar por líderes.

José Serra e a Chevron buscam assaltar os 200 bilhões de jazidas do pré sal e o futuro do Brasil, se aproveitando do caos político por eles mesmos instalado.

Na Justiça, no MP e na PF outro conjunto de ensandecidos protegidos e aliados da Globo buscam golpear a democracia atentando contra os ritos legais do Estado Democrático de Direito. Querem a guerra civil, o caos, a destruição da economia em nome de um mentiroso 'combate à corrupção'.

Nas ruas, um mar de zumbis midiotas vestindo camisas da CBF avançam sobre quem usa camisa vermelha e babam de ódio contra o PT, o bolsa família e tudo o que lembre inclusão e avanço social.

E agora Gilmar Mendes. Como um abutre golpista, tenta dar uma cartada final que recoloca o país em pé de guerra. Acatou uma liminar do PPS sobre a posse de Lula e autoriza remeter ao xerife Moro. Dias atrás, Mendes foi flagrado almoçando com José Serra e Armínio Fraga. Gilmar é um disparate, uma vergonha para a magistratura.

Mais uma vez voltamos ao pleno do STF. É lá que essa quadra da história do Brasil vai ser resolvida.

O próprio Supremo precisa resgatar sua história e dessa vez agir com a autonomia, a prudência, a coragem e o equilíbrio que se exige da Justiça. Precisa se resgatar com sua postura em relação à deportação de Olga Benário para a Alemanha nazista, precisa se resgatar da covardia diante do golpe de 1964 e precisa se resgatar das garras da Globo, o monstro anti-democrático criado na ditadura e alimentado com verbas públicas.

Ricardo Lewandowski precisa ser grande e será. O conjunto de Ministros precisa ser grande e será. Marco Aurélio Melo já deu mostras disso. Teori Zavaski hoje em Ribeirão Preto deu mostras disso: "Em uma hora como essa que estamos vivendo, uma hora de dificuldades para o país, uma hora em que as paixões se exacerbam, é justamente nessas horas, mais do que nunca, que o poder judiciário tem que exercer seu papel com prudência, com serenidade, com racionalidade, sem protagonismos, porque é isso que a sociedade espera de um juiz", disse.

O Brasil precisa voltar à sua normalidade. O juiz Moro precisa ser afastado da Lava-Jato e que as investigações continuem dentro da legalidade, incluindo todos, sem seletividade ou vazamentos criminosos e golpistas para a Globo ou a Veja.

1,3 milhões de pessoas, 300 mil na avenida Paulista em São Paulo, disseram claramente que não aceitarão golpe na democracia ou caça ao Lula. O que mais foi ouvido por lá é que o Brasil precisa caminhar. É uma parte significativa do povo trabalhador do Brasil que quer deixar o ódio de lado e continuar a caminhar.

Chega!

A legalidade está de pé.

Que o STF cumpra seu papel histórico e devolva a paz ao país.

Ricardo Jimenez


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Mais um jovem é baleado em tentativa de assalto


Foto: Arquivo pessoal

Na madrugada deste domingo (20), mais um jovem foi baleado em uma tentativa de assalto em Santa Cruz do Capibaribe.

A vítima é o lutador de jiu-jitsu Randson de Lima Tavares (26 anos). De acordo com as informações, Randson estaria com amigos na Avenida 29 de Dezembro, em frente ao Hospital Municipal, quando um criminoso armado anunciou o assalto.

Os amigos teriam corrido da investida do assaltante e, em seguida, disparos foram efetuados. Um deles acabou o atingindo na coxa esquerda.

Randson foi socorrido e levado para a unidade de saúde, sendo depois transferido para o Hospital Regional do Agreste, na cidade de Caruaru.

O quadro de saúde até o momento é estável. A transferência foi motivada porque, em exames, foi detectado que a bala ficou alojada e neste momento ele realiza a cirurgia para realização da mesma.

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