terça-feira, 26 de março de 2013

recado do PSB para Dilma. Não é a subserviência que garante o apoio do Governo Federal a um estado


O líder do Governo na Assembleia Legislativa, Waldemar Borges, participou, nesta segunda-feira (25.03), no município de Serra Talhada, da inauguração da primeira etapa da Adutora do Pajeú.

Acompanhando o governador Eduardo Campos, o parlamentar comentou que o investimento do Governo Federal é muito importante e que isso só pôde ser feito em Pernambuco porque o estado tinha os projetos de engenharia já prontos, inclusive com as suas licenças ambientais.

“Pernambuco pode receber esse tipo de apoio financeiro porque consegue fazer bem o dever de casa”, pontuou.

O parlamentar afirmou que os investimentos que foram anunciados durante o evento fazem parte de um pacote de ações que foram definidas em reuniões que vinham ocorrendo entre técnicos do Governo Federal e do Governo do Estado, coordenados pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

“Parte das obras se encontram em execução, como a Adutora do Pajeú, e outras, como o Arco Metropolitano e o ramal ferroviário de Petrolina para Parnamirim, foram identificados como estratégicos nas ações de planejamento do estado e definidas nas reuniões das equipes técnicas”, revela, acrescentando que são obras muito importantes para o desenvolvimento de Pernambuco e que atendem uma demanda regional.

Borges acredita que, durante o ato, o governador pontuou com clareza o papel de apoio do PSB em todas as horas ao Governo Federal, da mesma maneira como deixou clara a absoluta autonomia que o partido tem para discutir o Brasil sem mesquinharias, mas com liberdade para tomar os rumos que julgar pertinentes.

“A presidenta Dilma ao fazer esses investimentos deixa claro que não é a subserviência que garante o apoio do Governo Federal a um estado, mas a sua capacidade de fazer projetos e de discutir as questões políticas de maneira franca. A força política de Pernambuco vem exatamente de sua capacidade de planejar, elaborar projetos e tirá-los do papel. Tratamos os aliados com solidariedade, mas com altivez”, concluiu

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