domingo, 17 de março de 2013

Raça do Leão acabou com o favoritismo alvirrubro


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Não há dúvidas: O ambiente que envolve um clássico contagiou a equipe do Sport. Todos aqueles fatores que vinham sendo pedidos, em forma de vaia, das arquibancadas, foi vista, pela primeira vez no futebol leonino, nesta temporada. Os rubro-negros tiveram raça, ofensividade, domínio territorial e qualidade técnica superior a equipe do Náutico. A postura foi traduzida no placar final de 2×1, na tarde deste domingo.

Já o Timbu parece que esqueceu o futebol eficiente, que o credenciou como favorito para o duelo, no momento que entrou no gramado da Ilha do Retiro. Faltou competitividade…Faltou agressividade… Faltou futebol ao Náutico. E o resultado acabou sendo justo pelo que as duas equipes apresentaram no jogo.

Mas, ele começou injusto. O 1×0 do Náutico, aos 18 minutos, não transmitia o que os olhos viam na partida. O gol de Rogério, comprovando a ótima fase do setor ofensivo alvirrubro, nasceu do acaso. Quem construía as melhores oportunidades não eram os visitantes. A eficiência falou mais alto, e foram os rubro-negros que saíram atrás.


Hugo fez o gol de empate no clássico (Foto: Diego Nigro)

Outros pontos que devem ter contribuído para este futebol abaixo da média jogado pelos alvirrubros foram os dois problemas que o técnico Vagner Mancini teve de administrar antes de a bola rolar. O Náutico perdeu o seu melhor zagueiro. Jean Rolt sentiu uma contusão ainda nos vestiários e teve de ser substituído por Luís Eduardo. O Náutico perdeu uma alavanca ofensiva que responde pelo nome de Maranhão. Auremir foi acionado, e o Timbu perdeu a força ofensiva pelo lado direito.

O que foi visto de um lado, com Auremir, foi repetido do outro, com Douglas Santos. Sem características ofensivas, os laterais foram obrigados a apenas se defenderem. A avenida ficou aberta para Cicinho e Reinaldo trabalharem. O lateral-direito aproveitou muito mais, e o Sport dominou as ações.


O gol da vitória rubro-negra foi marcado por Felipe Azevedo (Foto: Diego Nigro)

O meio-campo alvirrubro teve apenas Martinez, no primeiro tempo, e Elicarlos, na etapa final. Contra os quatro ocupantes do meio-campo rubro-negro, a disputa ficou desigual. A soberania acabou inevitável. Fábio Bahia e Rithely conseguiram fazer justamente o que se espera dos dois, com saídas de bolas eficazes. Tobi funcionou como primeiro volante e terceiro zagueiro, e parou o ataque adversário. Hugo voltou a ser Hugo, principalmente no primeiro tempo.

Na etapa final, Mancini fez com que o Náutico melhorasse no jogo. A marcação ficou adiantada. Os alvirrubros passaram vivenciar o seu melhor momento na partida. Até uma bola no travessão, após chute de Felipe Azevedo. Os rubro-negros passaram a acreditar que era possível a vitória. Ela foi confirmada, e premiou a melhor equipe no duelo.





1 – Logo aos seis minutos de bola rolando, o Sport chegou muito perto de abrir o placar. Após tabelar com Felipe Azevedo, Cicinho cruzou na pequena área para Rithely, que finalizou de peito. A bola tinha endereço certo, mas Felipe mostrou ótimo reflexo e impediu o gol com uma grande defesa.

2 – O Náutico abre o placar. Após bola mandada por Marcos Paulo, Rogério gira batendo para o gol. Magrão ainda chega a tocar na bola, mas não evita o bonito tento alvirrubro. Foi o 11º gol marcado pelo atacante alvirrrubro no Campeonato Pernambucano.


O atacante Rogério deixou sua marca no clássico (Foto: Hesíodo Góes)

3 – Em mais uma boa jogada iniciada pela direita, Cicinho rola para Hugo, dentro da grande área. O meia rubro-negro tentou limpar o lance e, na sequência, cai na área, tentando cavar um pênalti, ignorado por Sandro Meira Ricci.

4 – Aos 32 minutos, Cicinho bate escanteio e Felipe sai para socar a bola, que sobra para Hugo emendar um bonito chute de primeira. O meia, contestado pela torcida, não desperdiçou a boa chance e conseguiu o empate.

5 - Rogério bate falta e a bola desviou em Hugo. Magrão já tinha caído e voltou para dar um tapa na bola, que ia no meio do gol. A defesa chegou chutando para longe e aliviando o perigo.

6 - Em nova jogada iniciada pela direita, Felipe Azevedo corta para o meio, passa fácil por Luís Eduardo e dispara uma bomba, sem chances para Felipe. A bola explodiu no travessão e a defesa alvirrubra afastou.


Elicarlos teve uma falha decisiva no jogo, que originou o segundo gol do Sport (Foto: Diego Nigro)

7 – Hugo manda boa bola para Felipe Azevedo, dentro da área. Mesmo marcado, o atacante conseguiu levantar a bola e bater com ela ainda no ar, mas o chute foi para fora.

8 -Rogério recebe passe em profundidade e avança pela área rubro-negra. O atacante alvirrubro chega a tirar de Magrão. Ele passa por Magrão, mas fica sem ângulo e acaba batendo para longe do gol.

9 – O Sport consegue a virada. Elicarlos tenta proteger a bola na direita e acaba falhando feio, perdendo o lance para Lucas Lima, que avança pela ponta e rola para o meio da área, onde Felipe Azevedo chega completando para o gol.

10 – Mesmo à frente do placar, o Sport foi quem teve a melhor chance no final da partida. Em contra-ataque, Mateus Lima entrou na área, limpou o lance e bateu forte. Felipe fez grande defesa e salvou o terceiro gol.



SPORT x NÁUTICO

Sport
Magrão; Cicinho (Moacir), Gabriel, Maurício e Reinaldo; Tobi, Fábio Bahia, Rithely e Hugo (Lucas Lima); Roger (Matheus Lima) e Felipe Azevedo. Técnico: Sérgio Guedes

Náutico
Felipe; Auremir, Luis Eduardo (Alemão), Alison e Douglas Santos; Elicarlos, Marcos Paulo, Martinez (Rodrigo Souto) e Vinicius Pacheco (Marcos Vinícius); Rogério e Elton. Técnico: Vágner Mancini

Local: Ilha do Retiro (Recife)
Horário: 16h
Árbitro: Sandro Meira Ricci
Assistentes: Jossemar Diniz e Ricardo Chianca
Gols: Rogério (aos 18 do 1ºT), Hugo (aos 32 do 1ºT), Felipe Azevedo (aos 38 minutos do 2ºT)
Cartões amarelos: Cicinho, Rithely, Tobi (Sport); Alison, Elton (Náutico)
Público: 18.607
Renda: R$ 301.580,00

Santa só empata e ainda perde Vágner



Sem poder atuar com a força máxima, o Santa Cruz voltou a tropeçar no Campeonato Pernambucano. Ao menos, dessa vez, foi fora de casa. No estádio Nildo Pereira, o Pereirão, em Serra Talhada, a Cobra Coral empatou com o time da cidade de mesmo nome por 1×1. Apesar do tropeço, o resultado não pode ser considerado tão ruim. Afinal, o Tricolor estava desfalcado de peças importantes e, para completar, ainda viu o zagueiro Vágner sofrer uma séria contusão no final da partida.

Sem poder contar com Tiago Costa, Luciano Sorriso e Natan, três titulares absolutos, Marcelo Martelotte colocou o garoto Patrick, e os meio-campistas Sandro Manoel e Léo nas respectivas vagas. Porém, antes mesmo que pudesse encaixar uma jogada produtiva, os tricolores esbarraram no irregular gramado do Pereirão e sofreram para conseguir golpear os donos da casa.

Camisa 10 do Serra Talhada, o meia Kássio mostrou porque é o principal jogador do Cangaceiro. Foi dos pés do jogador que saíram dois chutes que quase acabam em gol no primeiro tempo. Não fosse Tiago Cardoso, os mandantes poderiam ir para o intervalo com uma ampla vantagem. O goleiro coral estava em uma boa tarde e só não segurou a falta cobrada por Alex Costa, aos 26 minutos de jogo, porque o chute foi indefensável. Outra bola que o goleiro não alcançou foi bater na trave coral

Pálidos na criação de jogadas, o Santa Cruz teve que passar a investir nos contra-ataques e nos arremates de longe. Ainda no primeiro tempo, Flávio Caça-rato parou no goleiro Carlos, após boa jogada individual. Na segunda etapa, Léo quase acertou o gol em chute de fora da área, que tirou tinta da trave do gol do Serra. E foi justamente em uma jogada tramada por Léo e Caça-rato que o gol de empate saiu. O volante lançou o atacante, que bateu na saída do goleiro Carlos e correu para o abraço.

Entretanto, o resultado não foi o pior que poderia acontecer ao Santa Cruz. Nos minutos finais do jogo, o zagueiro Vágner dividiu com Kássio e o meia caiu por cima da perna direita do jogador. Poderia até ser uma lesão comum, mas a fratura foi mais grave. Como resultado, Vágner não deve mais jogar o Estadual. Uma má notícia e que veio em um momento de instabilidade da equipe de Marcelo Martelotte.

Confira a festa do Campinense campeão do Nordestão


Como era esperado após vencer o primeiro jogo da final, o Campinense confirmou o favoritismo e voltou a derrotar a ASA, desta vez, por 2×0, em Campina Grande. Assim, a vitória só veio para coroar o título da equipe paraibana, campeã da Copa do Nordeste 2013. Confira como foi nos vídeos abaixo:

Campinense Campeão com méritos do NORDESTÃO




Pela primeira vez na história do futebol, um time paraibano venceu a Copa do Nordeste. O Campinense fez 2x0 em cima do Asa de Arapiraca (AL), e se consagrou campeão do Nordestão na tarde deste domingo (17). O primeiro gol foi marcado aos 2'30" do 2º tempo pelo jogador Jefferson Maranhense. Já o 2º gol foi marcado aos 34´30", por Ricardo Maranhão. 

O jogo aconteceu no estádio Governador Ernani Sátyro, conhecido como Amigão. Todos os 19.700 ingressos foram vendidos e o estádio estava completamente lotado. Com a vitória, o Campinense alcança a cota de R$ 1 milhão, sem os descontos de ISS (Imposto sobre Serviços). As cotas foram estabelecidas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), em reunião com os dirigentes dos clubes, antes do início do torneio.

Após a decisão da Copa do Nordeste, a Raposa vai participar da segunda fase do Campeonato Paraibano. No meio de semana pega o Atlético de Cajazeiras, fora de casa. Por isso, o Campinense fará uma "festa modesta", segundo as palavras do seu presidente, Williams Simões.

Para que o elenco do Campinense pudesse descansar para a competição regional, a Federação Paraibana de Futebol resolveu adiar as primeiras partidas do time no torneio estadual.

A Raposa fez a melhor campanha, com 21 pontos assinalados, distribuídos em seis vitórias, três empates e duas derrotas. O Fantasma alvinegro fez 17 pontos, sendo cinco vitórias, dois empates e quatro derrotas.

A Raposa só dependia dela mesmo para levar a taça inédita. No primeiro confronto da final, o Campinense venceu por 2 a 1, realizada em Arapiraca no último domingo (10). A equipe rubro-negra podia até perder por 1 a 0 que já seria campeã regional. Campinense tem quatro vitórias e um empate no Amigão e não sofreu um único gol em casa.

Finalmente um papa com consciência social


        "O carnaval acabou", diz papa recusando capa suntuosa

Os primeiros três dias de pontificado do papa Francisco já deram ao mundo uma amostra do que vai ser ter um sacerdote jesuíta pela primeira vez na história como líder dos 1,2 bilhão de católicos no mundo. Minutos após o resultado da eleição no conclave ter sido declarado na Capela Sistina, um funcionário do Vaticano chamado de Mestre de Cerimônias ofereceu ao novo papa a tradicional capa vermelha decorada com pele que o seu antecessor, Bento 16, usava com orgulho em cerimônias importantes. 'Não, obrigado, monsenhor', teria afirmado o papa Francisco. 'Você pode vesti-la. O Carnaval acabou!', disse.
Esse foi apenas um pequeno sinal de muitos nestes dias de que, como comentou um dos mais ácidos colunistas italianos, Massimo Franco, do jornal Corriere Della Sera, 'a era do papa-rei e da corte do Vaticano acabou'.
Outro momento da verdade ocorreu quando o papa Francisco quebrou os lacres do Apartamento Papal no Palácio Apostólico para tomar posse de sua nova casa.
Funcionários do Vaticano se ajoelharam e se curvaram quando o arcebispo George Gaenswein, secretário do agora papa emérito Bento 16 e ainda chefe da casa pontifícia, procurava o interruptor de luz enquanto o papa observava imóvel a cena, na penumbra.
'Há espaço para 300 pessoas aqui', ele teria dito. 'Eu não preciso de todo esse espaço.' (Folha Online)

Primos de Lula só votam em Eduardo se petista apoiar

 

Familiares de Lula em Caetés, cidade natal dele no agreste de Pernambuco, dizem que só votariam em Eduardo Campos (PSB) na disputa nacional caso o governador do Estado tenha o apoio do petista -- o que é improvável no atual cenário político. 'Se ele tiver um apoio de Lula, pode até chegar lá. Se disputar com Dilma, perde bonitão. Onde Lula botar a mão, é eleito', diz Antônio de Melo(foto), 64, o 'Tonho, primo de Lula', como é chamado. Provável candidato ao Planalto, Eduardo tem quase 90% de aprovação no Estado.

'Acho que ele está no direito dele, mas está dando um passo muito adiantado. Devia esperar mais', diz Antônio, enquanto tritura cana e maniva (caule do pé de mandioca) para dar às suas cinco vacas, com biscoito velho e mofado. Em Caetés estão 3 de 12 primos legítimos do ex-presidente, filhos de Sérgio Ferreira de Melo, irmão de dona Lindu, mãe de Lula.

Numa eventual eleição com Dilma e Campos, a disputa promete ser acirrada. No segundo turno de 2010, ela teve 9.562 votos na cidade, ante 1.889 do tucano José Serra. Já o governador se reelegeu no primeiro turno com 80% dos votos de Caetés.

''PARA MIM FOI PÉSSIMO''

Para 'Tonho primo de Lula', o governo Dilma merece, por enquanto, nota 8 -- já o ex-presidente leva 10. 'Ela ainda não fez tudo o quanto precisa. Pelo menos no Nordeste'. O irmão de Antônio, Gilberto, 65, defende Dilma.

'Estou achando Dilma melhor que Lula. Tem mais pulso. Até tirar ministro ladrão, safado, tem feito mais'. Para a prima Lindinalva, 63, o candidato, para merecer seu voto, 'tem que ser bom e ter apoio de Lula'. Antônio, porém, não poupa críticas ao ex-presidente.

'Ele [Lula] foi bom governante para a nação. Mas, para mim, foi péssimo.'

Em 2005, o agricultor entregou pessoalmente a Lula uma carta pedindo ajuda para comprar um carro novo, pois seu Chevette havia sido roubado. Antônio não gostou da resposta. Além de negar o pedido, veio em formato padrão da Diretoria de Documentação Histórica da Presidência.
magno martins

No RJ, Marina criticou Dilma e provocou Eduardo


(AG) – A ex-senadora Marina Silva, que iniciou no sábado (16) evento no Rio de Janeiro para coleta de assinaturas para a formação da Rede Sustentabilidade, criticou a mudança ministerial de Dilma. “Não adianta mudar os ministros, se a lógica continua a mesma. Para manter a base de governo, os partidos ocupam os espaços públicos como se privados fossem”, disparou a presidenciável, que hesitou antes de responder.
Marina Silva, que ainda não se reconhece candidata a presidente, mas que espera recolher no Rio de Janeiro 150 mil das 560 mil de que precisa para formar o partido, disse que a Rede “não vai seguir a lógica de juntar o poder pelo poder, que nos últimos tempos ganhou o nome sofisticado de coalizão ou governabilidade”. “Vamos fazer discussões programáticas. Conversar com aqueles que têm identidade e querem construir identidades”, afirmou.
Acompanha pela ex-senadora Heloísa Helana (PSOL), pelo deputado federal Alfredo Sirkis (PV) e pelo vereador Jefferson Moura, Marina Silva comentou a recente declaração do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que disse ser possível fazer muito mais do que o governo Dilma faz hoje.
“O governo teria condição de fazer uma agenda diferente. Continua com uma agenda do fim do século XIX e do início do século XX, que se mostra fracassada no mundo inteiro do ponto de vista econômico e ambiental”, provocou Marina Silva, citando como exemplo o Código Florestal. Perguntada sobre a questão da distribuição dos “royalties” do petróleo, Marina Silva se esquivou, passando a palavra a Moura e Sirkis.

    Essa cara falou tudo e mais um pouco.


    Se a maioria das pensasse desse jeito teríamos um pais melhor. 

    Fabio Bezerra parabeniza sua filha que esta completando 15 Anos de vida.


    s



    Lara Bezerra Parabéns....

    Você foi feita em meio de turbilhoes de entusiasmos e paixões enlouquecidas de momentos que a dois são feitas.
    Mais quando você foi concebida e veio à vida vimos que não passou de uma aventura, pois amamos você, que Deus te guie e te faça feliz, pois seu pai Fábio Bezerra sempre estará do seu lado, mesmo dando sim ou não, mais vai te amar pra sempre.

    Fábio Bezerra.
    Recife/Jataúba-Pe

    Mensagem do blog 

    Na primavera de cada aniversário que comemoramos, existem datas que são bem mais especiais que outras, e você hoje esta vivendo uma das mais bonitas e marcantes, os seus esperados e desejados 15 anos.