Apoio do Blog

Apoio do Blog

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Descarte bilionário marca gestão de Luiz Inácio Lula da Silva: perdas já somam R$ 2 bilhões em três anos


O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025. Desse total, 17,1% — cerca de R$ 18,5 milhões — ainda estavam dentro do prazo de validade no momento do descarte, segundo dados obtidos via Lei de Acesso à Informação.

As informações são da coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles. Entre os itens inutilizados estão medicamentos de alto custo, como anticorpos monoclonais usados no tratamento de câncer, além de vacinas contra a dengue e insumos adquiridos por decisão judicial. Há casos de produtos com validade até 2050 que também acabaram incinerados. Apesar da redução em relação aos anos anteriores, o volume segue acima do período pré-pandemia.

Nos três primeiros anos do atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o montante descartado já chega a R$ 2 bilhões — valor mais de três vezes superior ao registrado em todo o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando foram incinerados R$ 601,5 milhões. O pico ocorreu em 2023, com R$ 1,3 bilhão em perdas.

Após auditoria, a Controladoria-Geral da União apontou falhas na gestão de estoques e recomendou medidas para melhorar controle, logística e monitoramento. O ministério afirma que as recomendações já foram cumpridas ou estão em fase final de execução e nega desperdício, alegando ressarcimento em casos de não conformidade técnica.

Segundo a pasta, a taxa de incineração em 2025 correspondeu a 1,48% do estoque total, com meta de redução para 1% em 2026. O governo atribui os descartes a fatores como judicialização, mudanças em protocolos médicos, variações epidemiológicas e exigências sanitárias que impedem o reaproveitamento de medicamentos devolvidos.

Jovem agredida por ex-companheiro morre após quatro dias

PCPE (Arquivo/DP)

Uma jovem de 22 anos, identificada como Kailanne Thaís Xavier, morreu na manhã desta sexta-feira (20), quatro dias após ter sido agredida pelo ex-companheiro, no município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife.

O crime, segundo a mãe da vítima, Etiene Maria Brz, de 56 anos, ocorreu na madrugada da segunda-feira (16), na Rua Juriti. De acordo com o relato, a jovem foi atingida com socos, chutes e pancadas na região da cabeça. Ela foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e, posteriormente, encaminhada à delegacia para registrar o Boletim de Ocorrência e ao Instituto de Medicina Legal (IML) para exame de corpo de delito. Durante o deslocamento, o suspeito foi localizado, rendido e conduzido à delegacia.

Ainda conforme a família, após as agressões, Kailanne passou a se queixar de fortes dores de cabeça nos dias seguintes. Na sexta-feira (20), de acordo com os relatos, ela passou mal e caiu.

A vítima foi socorrida, mas não resistiu e morreu antes de dar entrada na unidade de saúde.

Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco informou que o homem foi autuado em flagrante e, na terça-feira (17), passou por audiência de custódia, sendo liberado com uso de monitoramento eletrônico.

A corporação destacou que o caso segue sob investigação e que “as diligências já foram iniciadas e seguem em andamento até completa elucidação dos fatos”.

Entenda o caso

A mãe da vítima, Etiene Maria, relatou como as agressões teriam ocorrido.

Segundo ela, Kailanne estava em uma festa de carnaval próxima à residência da família, acompanhada do filho, quando o suspeito se aproximou. “Ela foi a um carnaval aqui perto. Ele foi se chegando e deu refrigerante e comida ao menino”, contou.

Ainda de acordo com a mãe, o homem se ofereceu para levar Kailanne e a criança para casa após o término da festa. “Ele se ofereceu para trazer ela e o filho depois do término da festa e ela aceitou. Chegando em casa, ela colocou meu neto para dormir e ficou conversando com umas amigas na frente de casa.”

Etiene afirma que, em seguida, o suspeito chamou a jovem para sair novamente. No trajeto de volta, segundo o relato, o homem teria iniciado as agressões após pegar o celular da vítima. “No caminho, ele pegou o celular dela, viu conversas com amigos e quebrou o celular. Ela saiu andando. Ele veio na moto, deu um murro no rosto dela e a obrigou a subir na moto.”

A mãe ainda contou que a filha foi levada para a casa do suspeito, onde teria sido espancada. “Ele arrastou ela pelos cabelos, colocou dentro da casa dele e a espancou muito. Ela gritava pedindo socorro. Uma vizinha pediu para ela abrir o portão. Foi aí que ela conseguiu sair.”

Ainda conforme o relato, mesmo após conseguir deixar o imóvel, a jovem teria sido novamente agredida. “Ele ainda veio e deu um chute nela, que caiu. Mas levantou e saiu correndo nua, porque ele tinha rasgado a roupa dela.”

Etiene afirmou que vizinhos presenciaram parte das agressões. “Vizinhos escutaram e viram ele batendo a cabeça dela na parede e dando muito murro no tórax.”

A mãe também declarou que a filha não tinha problemas de saúde antes do ocorrido e afirmou que o suspeito publicou mensagem nas redes sociais no dia seguinte. “Ele colocou no status que estava muito arrependido.”

Ao final, Etiene cobrou providências das autoridades. “Só queria que as autoridades olhassem para uma situação dessa e tomassem providência de prender, e não ter audiência de custódia e ser solto para fazer com outra novamente.”

Veja o motivo da exumação dos corpos dos Mamonas Assassinas após três décadas de suas mortes


Três décadas depois do acidente aéreo que encerrou de forma trágica a trajetória dos Mamonas Assassinas, os familiares dos músicos decidiram dar um novo significado à despedida.

Em comum acordo, foi autorizada a exumação dos corpos para que parte das cinzas seja utilizada no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, em Guarulhos, cidade onde o grupo foi formado, na Grande São Paulo.

A novidade foi divulgada nesse sábado (21/2) por meio das redes sociais oficiais da banda e também do cemitério. A proposta integra um projeto que busca transformar a memória dos artistas em um gesto simbólico de continuidade e preservação ambiental.


O espaço receberá o nome de Jardim BioParque Memorial Mamonas e seguirá o conceito adotado pelo empreendimento, que associa homenagem póstuma, vínculo afetivo, sustentabilidade e cuidado com a natureza.

A iniciativa prevê que as cinzas sejam incorporadas às sementes de espécies nativas, acompanhadas por especialistas responsáveis pelo desenvolvimento das mudas, criando uma representação de renovação a partir da lembrança.

Em nota, o cemitério destacou o significado do projeto. “Mais do que um memorial, o espaço se propõe a ser um patrimônio afetivo, onde o tempo não apaga as lembranças, apenas as transforma”.

A história da banda foi interrompida em março de 1996, após um show realizado em Brasília. Na volta para casa, o jatinho que transportava os integrantes colidiu com a Serra da Cantareira, causando a morte de todos os ocupantes. A tragédia marcou o país e consolidou o grupo como um dos fenômenos mais lembrados da música brasileira.

Por Metrópole 

Postagem em destaque

Descarte bilionário marca gestão de Luiz Inácio Lula da Silva: perdas já somam R$ 2 bilhões em três anos

O Ministério da Saúde incinerou mais de R$ 108,4 milhões em vacinas, medicamentos e insumos ao longo de 2025. Desse total, 17,1% — cerca de ...