terça-feira, 30 de julho de 2013

Aécio precisa de Eduardo, diz presidente do PSB-SP

 

É na bancada ruralista da Câmara que o DEM começa a abandonar o tucano Aécio Neves, para aderir à candidatura do socialista Eduardo Campos, avalia Leonel Rocha, na revista ÉPOCA. Diz o colunista que, na semana passada, o líder do DEM, deputado Ronaldo Caiado, fechou acordo com o empresário goiano Vanderlan Cardoso, do PSB. Um disputará o governo de Goiás e o outro concorrerá ao Senado. As pesquisas locais definirão quem concorre a quê .

Por sua vez, o presidente do PSB paulista, Márcio França, verbaliza a estratégia traçada pelo PSB do governador Eduardo Campos, tomando por base uma ação conjunta com o senador mineiro Aécio Neves, pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB, diz Julianna Granjeia, no blog Poder Online.

“São Paulo tem uma dificuldade grande de votar em mineiro. Quando JK foi candidato, ele ficou em terceiro em São Paulo. Ao mesmo tempo, o (senador mineiro) Aécio (Neves) poderia ser preocupação na disputa. Mas é preciso lembrar que Aécio também depende da candidatura do Eduardo, que é positiva para ele, já nosso voto é mais da esquerda, temos uma ligação histórica com o PT”, afirma França.

DIVIDINDO O BOLO

O partido divide o país em quatro grandes blocos para calcular votos: Nordeste, Rio de Janeiro e Minas Gerais, São Paulo e o outro com os demais Estados, cada bloco com aproximadamente 30 milhões de eleitores cada. A chave para o desfecho da disputa, diz ele, está em São Paulo, Estado governado pelo tucano Geraldo Alckmin. “O bloco do Nordeste daria Eduardo, Rio e Minas seria do Aécio, o resto do país daria empate e São Paulo é a única dúvida”, especula o deputado.

Esse vale a pena ler e refletir..

Nasce um novo líder mundial
Eis um Papa simples, humilde, simpático e solidário. Um líder com a envergadura moral que está ausente nas grandes personalidades mundiais.
Um exemplo deles é Nelson Mandela, mas este está fora do poder. Agonizando. Obama, a grande esperança norte americana, envolvido em espionar a vida alheia. Os outros, são vítimas das primaveras e dos outonos.
Carismático, o Papa Francisco pregou  a radicalização da mudança nos costumes e convocou os jovens para uma nova revolução. Condenou  o provisório  e o dinheiro como objetivo máximo de vida. Declarou que adora nos jovens a  inquietação e o  inconformismo com a realidade.
Sem escamotear para vieses ideológicos, defendeu a cultura do diálogo acima de qualquer confronto. Convocou todas as religiões para ajudar o próximo, seja no combate a fome, ao desemprego e nas melhorias na educação e na saúde.
Max Weber num de seus escritos ao analisar o sermão da montanha, abordava que havia dois tipos de discursos: o discurso de convicção e  de exaltação da fé e o discurso de realidade.
Enquanto Bento XVI encenava o discurso de convicção, o Papa Francisco  encerra o discurso de realidade e de comprometimento  com a mudança.
Um Papa que desafia o compromisso evangelizador e a burocracia da Cúria Romana.
Recomenda que os olhares se voltem menos para os dogmas do passado e para as utopias fantasiosas do futuro. Mirem no presente com responsabilidade sobre a realidade. A íntegra deste artigo, de autoria do professor e pensador Carlos Alberto Fernandes, você confere no menu Opinião. Vale a pena!
Fonte blog magno martins