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domingo, 2 de agosto de 2026

Marília Arraes oferece primeira suplência ao grupo dos Coelho após definição de Raquel por Eduardo da Fonte


Segundo informações obtidas pelo Blog Ponto de Vista, a pré-candidata ao Senado Marília Arraes (PDT) teria oferecido ao grupo político dos Coelho a indicação do nome para ocupar a primeira suplência de sua chapa ao Senado.

A movimentação ocorreu poucas horas depois de a governadora Raquel Lyra (PSD) definir o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) como candidato ao Senado pela Federação União Progressista, decisão que acabou deixando de fora o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), que vinha trabalhando para integrar a chapa majoritária governista.

De acordo com a fonte ouvida pelo Blog, a proposta de Marília está sendo analisada pelo grupo liderado pelos Coelho. A avaliação é de que a composição poderia representar uma alternativa política relevante diante do novo cenário eleitoral.

Caso a articulação seja confirmada, Marília Arraes ganharia um importante reforço em sua candidatura. A pedetista aparece na liderança de todas as pesquisas de intenção de voto para o Senado e, com a eventual adesão do grupo de Petrolina, ampliaria sua capilaridade política no Sertão, uma das regiões de maior peso eleitoral do Estado.

Dentro do clã Coelho, opções para ocupar a suplência não faltam. A família possui integrantes filiados a diferentes partidos, o que amplia as possibilidades para uma composição que atenda aos interesses políticos e jurídicos da aliança.

Até o momento, nem Marília Arraes nem representantes do grupo dos Coelho se pronunciaram oficialmente sobre a negociação. Nos bastidores, entretanto, a conversa é tratada como um dos principais desdobramentos da redefinição da disputa pelo Senado em Pernambuco.

De Miguel a Dueire, convenção de Raquel é marcada pelas ausências


A convenção da governadora Raquel Lyra (PSD) não trouxe nenhum fato novo a não ser a presença de Eduardo da Fonte (PP), que já era esperada desde ontem (1º), quando veio a público a escolha dele como candidato a senador na chapa governista em lugar do ex-prefeito Miguel Coelho (União Brasil). O evento não apresentou nenhuma adesão de partido político ou declaração de apoio de dissidentes de palanques adversários. Em sentido contrário, porém, chamaram atenção as ausências.

Uma das faltas mais emblemáticas foi a do senador Fernando Dueire (PSD). Após meses comparecendo a eventos de Raquel e tendo a esperança de reeleição alimentada por ela de forma pública, ele acabou preterido na chapa e não compareceu à convenção estadual do seu próprio partido, o que expõe possíveis fraturas após o desfecho do processo.

Miguel Coelho até foi citado na convenção, mas também levou falta. Seus irmãos, o deputado federal Fernando Filho (União Brasil) e o deputado estadual Antônio Coelho (União Brasil), chegaram a fazer postagens anunciando o evento de Raquel há três dias, antes da notícia da escolha dela por Eduardo da Fonte. Neste domingo (2), nenhum deles esteve na convenção.

Aliados dos Coelho deram meia-volta, a exemplo do prefeito de Surubim, Cléber Chaparral (União Brasil), e da esposa, a candidata a deputada federal Juliana de Chaparral (União Brasil), que estiveram no Recife ontem, mas, frustrados, já voltaram para o Agreste. Foi o caso também de vereadores de Petrolina, como Maria Elena Alencar, que gravou vídeos fazendo desabafos contra Raquel na estrada de volta ao Sertão.

O prefeito Simão Durando (União Brasil), de Petrolina, principal reduto do grupo e quinto maior colégio eleitoral do estado, também não compareceu. Já o prefeito Evilásio Mateus (PDT), de Araripina, que condicionava o voto em Raquel à presença de Miguel na chapa dela, tomou uma posição ontem mesmo, viajou ao Recife e declarou apoio ao candidato a governador João Campos (PSB) durante a convenção da Frente Popular de Pernambuco.

Grupo dos Coelhos não irá à convenção de Raquel Lyra


Apesar de Miguel Coelho ter anunciado, em vídeo divulgado ontem (1º), que seguirá apoiando a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD), o grupo político da família Coelho não estará presente na convenção governista deste domingo (2). Segundo fontes próximas ao grupo, nenhum dos principais integrantes da família participará do evento que oficializará a candidatura de Raquel à reeleição.

A ausência ocorre um dia após Miguel Coelho retirar sua candidatura ao Senado. A decisão abriu caminho para Eduardo da Fonte (PP) ocupar a vaga da Federação União Progressista na disputa pela Casa Alta. (TMC)

Em nota, o União Brasil, anunciou rompimento com a governadora. Com essa ausência confirmada, o distanciamento começa a se materializar. As informações são do blog do Elielson.

Missão oficializa Renan Santos à Presidência com ataques a Flávio e Lula e promessa de ‘matar quem roubar’


O partido Missão lançou, ontem (1º), a candidatura de Renan Santos à Presidência da República. Em discurso, o empresário criticou o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), também candidatos ao cargo, e defendeu “matar quem roubar”.

Durante o encontro, a legenda também apresentou o chamado “Livro Amarelo”, livro que reúne as principais propostas de governo do partido. Em um discurso de cerca de uma hora para uma plateia majoritariamente jovem, Santos afirmou que sua candidatura não se encaixa na chamada terceira via, que ele classifica como uma “oposição da oposição”. As informações são do jornal O Globo.

“Nós não somos nada de terceira via. Nós construímos o próprio caminho com as próprias ideias, com as próprias cores, com o próprio sonho, com a própria imaginação”, afirmou.

O candidato, que é um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), disse também rejeitar o rótulo de “antipetista”: “Nós não somos como outros ratos que se vestem de verde e amarelo, se apropriando dos símbolos nacionais só para dizerem: “veja só, eu sou o oposto do Lula”. Quando você se define pelo seu inimigo, você nunca o supera”, disse o candidato.

O candidato classificou ainda o senador Flávio Bolsonaro de “farsante” e “corrompido” e afirmou que ele está sendo preparado para perder nas eleições: “São semanas para que a gente tire Flávio do segundo turno e para que o Lula vire seus canhões malditos contra nós, os mesmos canhões que eles viraram contra nós no impeachment (da presidente Dilma Rousseff (PT)). Não há energia nos demais candidatos. Já estamos em terceiro (lugar) e subindo.”

O candidato se inspira em Nayib Bukele, presidente de El Salvador, com um discurso de guerra ao crime organizado. Entre suas propostas, estão o endurecimento de penas para crimes violentos, a construção de grandes presídios, medidas para acabar com o controle territorial de facções criminosas e a implementação do que chama de “Direito Penal do Inimigo”.

O candidato prometeu valorizar o trabalhos dos agentes de segurança e “matar quem roubar”. “Vocês vão comprar seu celular. Vocês vão comprar a sua casa. Vocês vão comprar seu carro. Vocês vão comprar seu celular”, afirmou. “E ninguém vai roubar nada que é teu, porque nós vamos matar quem roubar.”

No fim do evento, Renan desafiou Lula e Flávio Bolsonaro a comparecerem aos debates nos próximos meses. Lula já afirmou que vai analisar os convites porque não vai participar “para ouvir bobagem”.

O encontro do partido acontece no mesmo dia em que diversas legendas promovem suas convenções para oficializar candidaturas às eleições de 2026. No caso do Missão, no entanto, a formalização da chapa de Santos ocorreu de forma antecipada, em 20 de julho.

A convenção do partido estava inicialmente prevista para este sábado, mas a antecipação ocorreu para que Santos pudesse contar logo com a proteção da Polícia Federal após relatar ameaças de facções criminosas.

Realizado no Komplexo Tempo, na zona leste da capital paulista, o congresso foi apresentado pelo partido como o início da campanha eleitoral. A programação contou com a apresentação do plano de governo da legenda, chamado de “Livro Amarelo”, um conjunto de seis fascículos que apresenta o projeto do partido para o Brasil, além da oficialização pública de candidatos do partido aos governos estaduais.

Por Magno Martins

União Brasil e Miguel Coelho insistem nos mesmos erros


Após a definição da chapa governista e a confirmação de Eduardo da Fonte para a vaga ao Senado ao lado do neodireitista Túlio Gadelha, o União Brasil realizou uma convenção a portas fechadas. Dela saiu uma mensagem confusa, mas que sinaliza um possível rompimento com a governadora Raquel Lyra.

Na prática, esse movimento já era esperado. Sob o comando de Miguel Coelho, o União Brasil parece não encontrar uma direção política consistente. Em vez de avaliar a correlação de forças e a realidade da Federação Progressista em Pernambuco, liderada por Eduardo da Fonte, preferiu apostar em uma disputa que acumulou desgastes e reações contrárias. Vale destacar que o presidente Nacional da legenda é um lobista partidário, sequer tem um mandato. Assumiu o partido em meio a acusações de traição a Luciano Bivar.

O que acontecerá daqui para frente ainda é uma incógnita. O histórico recente de Miguel Coelho, porém, ajuda a explicar o cenário. Depois de disputar a eleição fazendo oposição ao PSB, partido que foi filiado, apoiou Raquel Lyra no segundo turno. Insatisfeito com a falta de espaço no governo, rompeu com a governadora e passou a fazer oposição, tanto na Assembleia Legislativa quanto em Petrolina.

Em seguida, voltou a apoiar o PSB, seu aliado histórico. A reaproximação, entretanto, durou pouco. Sem conquistar o protagonismo que desejava, voltou a se alinhar com Raquel Lyra, liderou a disputa em torno da vaga ao Senado e agora volta a sinalizar um novo afastamento.

O resultado é um percurso marcado por sucessivos movimentos de ida e volta, que revelam mais improviso e falta de coerência do que estratégia. Para alguém com experiência administrativa e de sua recente trajetória política, a repetição desse comportamento consolida a impressão de pouca maturidade na condução das próprias alianças e na compreensão da dinâmica política. Em política não há espaço para chororô.

“Vou ser um governador que vai bater recordes em gestão e investimentos”, diz João


Em discurso durante a convenção que oficializou sua candidatura ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB) afirmou que não será um “governador de paletó e gravata”. 

O candidato disse que pretende estar onde o povo está e que será o governador dos investimentos e da cultura, mas também do “passinho” e do “piseiro”, em referência aos eleitores da periferia, que abraçam seu projeto político desde 2020.

Aliado de Miguel Coelho e Fernando Filho, prefeito de Araripina declara apoio a João Campos


O prefeito de Araripina, Evilásio Mateus, declarou neste sábado (1º) apoio à candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco. Durante o evento, o gestor discursou em nome dos prefeitos presentes, sendo muito bem recebido pelas lideranças políticas e pelo público.

A decisão ocorre em um novo momento da política estadual, após a definição do cenário para as eleições de 2026. Evilásio ressaltou que sua trajetória ao lado do deputado federal Fernando Filho e do ex-prefeito Miguel Coelho permanece pautada pelo respeito, pela lealdade e pela gratidão, mas afirmou que, diante da nova conjuntura, o apoio a João Campos representa o caminho mais consistente para fortalecer Araripina, ampliar parcerias institucionais e viabilizar novos investimentos para o município.

“O nosso compromisso continua sendo um só: trabalhar por Araripina. Seguimos com independência para tomar as decisões que acreditamos serem as melhores para o presente e para o futuro da nossa cidade”, afirmou o prefeito

Por Magno Martins

Antônio de Roque participa de convenção que oficializou João Campos como candidato ao Governo de Pernambuco


O ex-prefeito de Jataúba e líder político Antônio de Roque participou, na tarde deste sábado (1º), da convenção que oficializou a candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco. O evento foi realizado no Clube Internacional do Recife e reuniu milhares de apoiadores, além de lideranças políticas de diversas regiões do estado.


Antônio de Roque esteve acompanhado do vereador Diego do Riacho do Meio, da vereadora Josilene e de apoiadores de seu grupo político, que prestigiaram o ato de lançamento da candidatura do socialista.

A convenção marcou o início oficial da campanha de João Campos ao Governo de Pernambuco e contou com a presença de importantes lideranças estaduais e representantes dos partidos que integram a aliança.


A participação de Antônio de Roque no evento evidencia sua presença nas articulações políticas para as eleições de 2026 e reforça o alinhamento de seu grupo com o projeto político liderado por João Campos no estado.

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