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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O lobisomem que não era lobisomem!



Certo tempo atrás uma historia rondava no distrito do Riacho do Meio município de Jataúba, que havia um lobisomem assustando e apavorando todo distrito, em um certo lugar do distrito certos homens viciados em jogos de baralhos estavam praticando, e o assunto entre eles o carteado era a história de um tal lobisomem, passam as horas sem perceberem ficou tarde de mais, lá pela meia noite um senhor chamado de Silvio de Zé Mane ou mais conhecido popularmente de carrapato, como ele tinha se alisado e ele morava a uns 2 km da vila queria ir embora para sua casa, más com todo aqueles comentários entre seus comparsas começou a se impressionar, e ficou com muito medo de ir para sua casa, deu 2:30 da manhã carrapato doido pra se mandar pra casa foi quando um dos comparsa ofereceu uma pequena faca, ele olhou para a faca e disse: seja o que deus quiser ou eu ou o lobisomem! 



Os seus comparsas deram uma grande gargalhada; então carrapato tomou coragem colocou a faca na cintura e tomou destino para sua humilde casa, no meio do caminho rapaz ele tremia mais do que uma vara verde, tudo era susto pra ele, o vento, o canto das corujas, o balançar das árvores, os 2 km se passaram mais na mente de carrapato ele andou uns 20 km de tanto medo que ele se encontrava, foi quando ele avistou a porteira de sua casa! E disse graças a deus cheguei e não avistei esse bicho nojento; quando foi chegando perto de abrir a porteira escutou um barulho de um animal que veio para cima dele, como estava muito escuro e ele estava com muito medo, sacou a faca que por sinal era muito grande:


 Duas polegadas (rsrsrsrs), segurou com as duas mãos por ela ser pesada demais fechou os olhos e começou a pensar, meu Deus me ajude que esse cão do diabo vá comer é outro filho da peste eu não! Ouvindo as pisadas cada vez mais perto (potof potof potof), nisso sem ele abrir os olhos o bicho chegou bem perto dele e deu um esturro bem grande (bbrrruuuuu), como ele estava muito assustado e não sentia as suas pernas, por desmaiou! Depois de um bom tempo ele acorda sem saber onde estava e nem o que teria acontecido, lembrou-se: não fui mordido deu graças a deus, quando de repente ouviu outro barulho (bbrrruuuu) , ele tornou a desmaiar, nisso passaram alguns minutos então carrapato tornou tremendo e muito, chamando por tudo que era santo, e que o bicho não o matasse já que ele era um pai de família, e de tanto gritar nisso abriu os olhos, o que viu esturrando em sua frente? Um JUMENTO, ele estava tão desnorteado que não sabia o que fazer diante da situação não sentia as pernas e o que já tinha se mijado não era brincadeira, ele falou que chorava muito agora não sabia se era de alegria ou de Raiva.

Ditados populares, Desgraça pouca é tiquinho. Engolir um boi, e engasga-se com um mosquito.

Ruy Siqueira.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Festinha dos professores e amigos!!!

































































































Diogo Moraes

Filha de cinegrafista divulga texto emocionado em homenagem ao pai


Vanessa Andrade se despede do pai, Santiago Andrade, cinegrafista da Band que morreu nesta segunda-feira em consequência dos sofrimentos provocados por um rojão em manifestação no Rio

"Meu nome é Vanessa Andrade, tenho 29 anos e acabo de perder meu pai. Quando decidi ser jornalista, aos 16, ele quase caiu duro. Disse que era profissão ingrata, salário baixo e muita ralação. Mas eu expliquei: vou usar seu sobrenome. Ele riu e disse: então pode!

Quando fiz minha primeira tatuagem, aos 15, achei que ele ia surtar. Mas ele olhou e disse: caramba, filha. Quero fazer também. E me deu de presente meu nome no antebraço.

Quando casei, ele ficou tão bêbado, que na hora de eu me despedir pra seguir em lua de mel, ele vomitava e me abraçava ao mesmo tempo.

Me ensinou muitos valores. A gente que vem de família humilde precisa provar duas vezes a que veio. Me deixou a vida toda em escola pública porque preferiu trabalhar mais para me pagar a faculdade. Ali o sonho dele se realizava. E o meu começava.

Esta noite eu passei no hospital me despedindo. Só eu e ele. Deitada em seu ombro, tivemos tempo de conversar sobre muitos assuntos, pedi perdão pelas minhas falhas e prometi seguir de cabeça erguida e cuidar da minha mãe e meus avós. Ele estava quentinho e sereno. Éramos só nós dois, pai e filha, na despedida mais linda que eu poderia ter. E ele também se despediu.

Sei que ele está bem. Claro que está. E eu sou a continuação da vida dele. Um dia meus futuros filhos saberão quem foi Santiago Andrade, o avô deles. Mas eu, somente eu, saberei o orgulho de ter o nome dele na minha identidade.

Obrigada, meu Deus. Porque tive a chance de amar e ser amada. Tive todas as alegrias e tristezas de pai e filha. Eu tive um pai. E ele teve uma filha.

Obrigada a todos. Ele também agradece. Eu sou Vanessa Andrade, tenho 29 anos e os anjinhos do céu acabam de ganhar um pai"

JC

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