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sábado, 30 de março de 2013

É preciso mais respeito com Jesus


É preciso respeitar a data em que se lembra a morte de Jesus Cristo, uma das maiores figuras da Humanidade. Tanto faz se católicos, evangélicos, muçulmanos, judeus, budistas, ateus e agnósticos. Todos concordarão em que depois dos seus ensinamentos, o mundo não foi mais o mesmo. Agora, quantas barbaridades se praticaram e ainda se praticam em nome dele. Ainda hoje, mesmo abolidas as fogueiras, as guerras ditas santas e as fantasias.

Com todo o cuidado para não agredir a fé de bilhões de seres humanos, é preciso verificar que nenhum dos quatro evangelistas, além de muitos outros censurados através dos séculos, escreveu ter Jesus dito que era Deus. Sequer que era o único filho de Deus. Pregou que todos éramos filhos do Criador, que iríamos ao encontro Dele, depois da morte, caso tivéssemos praticado o amor ao semelhante e evitado uma série de barbaridades sem que nos tivéssemos arrependido. Foi depois, com a difusão da dita doutrina cristã, que se criou a versão de sua divindade. Uns por ingenuidade, outros por malandragem, estabeleceram versões a respeito da ressurreição, quando a explicação mais racional seria, no máximo, de que Jesus teria escapado do flagelo da crucificação. As lendas, porém, suplantaram a natureza das coisas.

Devemos enfrentar a realidade: se existe o Pai, como Jesus e toda a tradição judaica sustentavam, como imaginar que Ele tivesse tido um filho? Houve uma esposa? Mais fantasiosas ficaram as ilusões quando se inventou a existência do Espírito Santo, uma pombinha que até hoje freqüenta os concílios do Vaticano, mas que de fato representa apenas o bom-senso, a racionalidade e a sempre presente natureza das coisas.

Não dá para entender como se apregoa o chamado “mistério de um Deus em três Pessoas”, que ouvimos placidamente durante toda a vida. Ou existe ou não existe o Criador, mas dividi-Lo só mesmo por força de muita imaginação.

Foi graças a Saulo de Tarso que o cristianismo estendeu-se para toda a Humanidade, quando a pregação de Jesus limitava-se à nação judaica, que ele pretendia purificar. Pior para os anazes e caifazes da época, que condenaram Jesus à morte por medo de perder o poder sobre a comunidade, tamanho o obscurantismo que impunham para exercer seu domínio. Enganaram até Roma, sugerindo que Jesus pretendia-se o rei dos judeus, libertador da opressão romana.

Ao prometer que os dois ladrões crucificados com ele estariam em breve no paraíso, jamais Jesus imaginou-se superior aos homens, muito menos seu julgador, apesar de as versões posteriores exaltarem essa condição.

Numa palavra, Jesus talvez tenha sido o maior dos mestres nascidos até hoje entre nós, mas se pudesse prever o que fariam em seu nome e o que construiriam em torno de sua pessoa, talvez tivesse pedido ao Pai para livrá-lo de carga tão pesada. Assim, devemos reverenciá-lo, nunca utiliza-lo para tanta ignomínia verificada há dois mil anos. Em vez de desfilarem com chapéus dignos de faraós e vestimentas apropriadas para as escolas de samba, cheios de empáfia e arrogância, os que se dizem seus representantes no planeta deveriam ater-se apenas aos seus ensinamentos, não às fantasias erigidas através dos tempos.

Eduardo leva PSB a tentar fechar aliança com Kassab



 

Depois que o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) disse à presidenta Dilma Rousseff (PT) que não participaria, nesse ano, da reforma ministerial, o PSD passou a ser alvo dos assédios dos socialistas. O PSB está interessado em viabilizar a coligação para a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), à Presidência daRepública em 2014. Segundo um integrante do PSB, a conversa de Campos com Kassab já ocorreu.

O paulista é visto no PSB como um vice interessante para a candidatura socialista, já que é de São Paulo, área onde Campos tem dificuldade de penetração. Além disso, na avaliação do PSB, Kassab tem a qualidade de representar o “novo”, um dos conceitos a ser trabalhado na possível candidatura de Eduardo Campos. Lideranças importantes do PSD, no entanto, são resistentes à mudança.

Um dos líderes do partido avaliou que, no atual cenário, é mais fácil um acidente aéreo que o partido deixar de caminhar com Dilma. No PSD, o sentimento não é de ter dito um “não” para Dilma e sim de ter dito um “ainda não”. (Blog Poder Online - Luciana Lima)

sexta-feira, 29 de março de 2013

Copa do Mundo só dá notícia ruim

                                    


Cem por cento do noticiário sobre a Copa do Mundo de 2014 é negativo. Até a Seleção, com o empate ridículo de 1×1 com a Rússia, só produz desgaste. E cresce o uso da frase “imagine como vai ser na Copa”. Apesar disso, tenho certeza que daremos um show. O mundo vai ficar encantado com a abertura do evento no estilo Joãosinho Trinta. Nossas torcidas vão emocionar até os esquimós. Os estádios farão o papel desejado, abrigando gente bonita, alegre, com pouco roupa e sem violência. E a TV Globo é a TV Globo, ora!

Vai ser uma felicidade, com pontos facultativos, carnaval, todas as cidades decoradas, muita música, estrangeiros sisudos soltando a franga e tomando caipirinha como se fosse refresco, etc.

Mas o noticiário atual é trágico. Imaginem a repercussão desse escândalo do estádio chamado Engenhão, no Rio de Janeiro. Estive no Pan como convidado da CEF e vi a inauguração dessa instalação fantástica, mas agora fico sabendo que a cobertura podia ter caído na minha cabeça se houvesse um vento acima de 60km/h. Vergonha!

Teremos 12 novos estádios em uso nos jogos da Copa do Mundo. As torcidas estão preocupadas, depois desse fiasco do Engenhão. Na verdade, não temos hábito de conviver com estádios cobertos e dá um frio na barriga saber que poderemos passar duas horas debaixo de cada uma dessas estruturas de engenharia.

Campanhas dos candidatos: nós bancaremos


 

O Supremo Tribunal Federal convocou audiências públicas para discutir o financiamento público de campanhas. Em outras palavras, se ele for aprovado é o pagador de imposto que vai bancar as campanhas. Aliás, hoje ele já paga. Os partidos recebem um fundo para se manter que vem dos impostos. Tudo o que se vê na televisão e no rádio, em épocas eleitorais ou fora delas, é pago a essas empresas através da troca com imposto devido. O que pode acontecer é que o cidadão que já banca uma parte dos custos dos partidos, vai pagar a conta toda.

Hoje os políticos buscam o financiamento de grupos econômicos e com isso ficam o rabo preso com seus interesses e dão às costas solenemente aos seus eleitores.Com dinheiro na mão qualquer um tem condições de pegar um mandato parlamentar. Muitos continuam suas atividades profissionais e tratam o mandato apenas como um bico. Enfim é preciso uma decisão.

Vão partir para a ignorância?

ELIANE CANTANHÊDE *

 

O deputado e pastor Feliciano não é mole. Além da cara de pau de assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, ele resiste a todas as pressões e ponderações para sair de onde nunca deveria ter entrado e, agora, parte para o ataque.

Autor de frases racistas e homofóbicas, alvo de processos no Supremo Tribunal Federal (um deles por estelionato) e flagrado dando uma bronca numa ovelha do seu rebanho que lhe passou o cartão de crédito, mas não a senha, Feliciano se coloca como vítima e joga a polícia parlamentar em cima de manifestantes.

Um foi detido por chamá-lo de 'racista' e o outro (até devidamente, cá entre nós), por tentar invadir o seu gabinete. Pior: enquanto chama a polícia, Feliciano aciona os militantes do outro lado: os irmãos de fé.

Aliás, a convocação é do seu partido, o PSC. Ao comunicar, desassombradamente, que o pastor seria mantido na presidência da comissão, o vice-presidente nacional do partido, o também pastor Everaldo Pereira, disse que o camarada é 'ficha limpa' e ameaçou: 'Não fazemos ameaças, mas, se for preciso convocar centenas de militantes que pensam como nós, também vamos convocar'. Que medo!

O risco é o Congresso virar um palco de guerra entre manifestantes anti-Feliciano e pró-Feliciano, com tudo o que isso significa em termos de direitos humanos, de minorias, de avanços, de atraso. Se ficasse só nas ideias, ótimo. Continuando no grito, já é preocupante. E se partirem para a ignorância, para as vias de fato?

No meio da desordem, pergunta-se: cadê o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, que é o parlamentar mais experiente e tem a política no sangue? Ele não só disse que a situação era 'insustentável' como se comprometeu a resolvê-la rapidamente. Daí? Daí, nada.

Políticos resolvem as coisas parlamentando, negociando, ajustando contrários. Mas é a velha história: 'Em casa de ferreiro, espeto de pau'. (* Folha de S.Paulo)

Se colar colou: PT tem mote para derrubar Eduardo


 

Pesquisas qualitativas em mãos do PT mostram que, quando questionadas sobre a eventual candidatura à Presidência do governador Eduardo Campos (PSB), muitas pessoas associam a ele variações das palavras 'traição' e 'ingratidão'. Por isso, a ordem entre os petistas é bater na tecla de que Lula e Dilma Rousseff ajudaram o aliado com investimentos generosos em oito anos. Em tom light, a própria presidente citou vasta lista de realizações em sua visita a Pernambuco.

A informação é de Vera Magalhães, na coluna política da Folha de S.Paulo, desta quinta-feira. Com mais detalhes:

''Em recente jantar com empresários, no Rio, José Dirceu disse que o PT deveria ter se empenhado para abater a candidatura de Campos antes que ela levantasse voo, e que agora seria tarde.

O ex-ministro, condenado no mensalão, também previu que nenhum partido, nem mesmo o PMDB, vá apoiar '100%' a reeleição de Dilma. Todos devem ir ao palanque rachados.

No encontro reservado que tiveram na terça-feira em Brasília, o senador Pedro Simon (RS) presenteou Campos com um livro. O pessebista ficou muito satisfeito com o teor da conversa com o dissidente do PMDB.''

quinta-feira, 28 de março de 2013

Cana ração da Operação Seca chega à Santa Cruz



As comunidades rurais do município de Santa Cruz do Capibaribe receberam a cana-de-açúcar que servirá de ração para os animais que sofrem com a seca que assola o semiárido. A cana ração para a Zona Rural é mais resultado da visita do Secretário de Agricultura do Estado Ranilson Ramos ao município, e foi solicitada pelo prefeito Edson Vieira (PSDB) e pelo deputado estadual Diogo Moraes (PSB).

O material fornecido pelo Governo do Estado através da Operação Seca é transportado pela Prefeitura Municipal, e levado até as sedes das cooperativas ou associações de produtores rurais do município de Santa Cruz. Buscar melhorias e convênios que amenizem os efeitos negativos da estiagem sobre as famílias santa-cruzenses é uma luta diária da nossa administração”, frisou Vieira.


“O meu trabalho no Legislativo Estadual é articular encontros e pedir ações que beneficiem não só Santa Cruz, mas todo o agreste setentrional que sofre com os efeitos de uma das maiores secas já vistas”, ressaltou o Diogo Moraes. A ração é específica para gado bovino e sua distribuição está sendo controlada pelo IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco) e pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável.


Serviço
Para receber a cana ração, o agricultor deverá providenciar e entregar na Secretaria de Agricultura, a cópia dos seguintes documentos:


Ø Cadastro de Produtor fornecido pela ADAGRO;
Ø RG;
Ø CPF;
Ø Comprovante de residência.
A Secretaria de Agricultura fica localizada na Rua David Monteiro dos Anjos (por trás da Avenida Padre Zuzinha).

Feliciano manda prender "me chamou de racista"




Contestado mais uma vez, em novo tumulto, presidente da Comissão de Direitos Humanos foi chamado de racista; "Aquele senhor de barba... Me chamou de racista... Vai sair preso daqui porque me chamou de racista", ofendeu-se; ordem foi cumprida pela Polícia Legislativa; acusação pesa contra ele por declarações anteriores; reuniões da comissão têm sido sempre tumultuadas; ele se nega a renunciar, mas situação permanece "insustentável", como disse o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN)

Brasília 247 - Um dia depois que o PSC bateu o pé e anunciou a permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a confusão instalou-se novamente na Câmara Federal nesta quarta-feira 27. Manifestantes tentaram impedir a reunião da comissão, que acontecia no plenário 9.

Depois de muito bate boca e gritaria, todos os integrantes de movimentos contrários ou favoráveis ao pastor foram retirados da sala. Um deles foi preso pela polícia legislativa a pedido do próprio parlamentar.
Marco Feliciano alegou que foi chamado de racista pelo manifestante. "Aquele senhor de barba, chama a segurança, ele me chamou de racista e racismo é crime. Ele vai ser preso e terá que provar que eu sou racista", disse o deputado em meio a confusão.
O antropólogo Marcelo Régis foi levado para a coordenação da Polícia Judiciária depois de resistir a prisão. [Veja no primeiro vídeo]. Ele prestou depoimento acompanhado de um advogado do PSOL. Ele não foi o único manifestante detido. Allysson Rodrigues Prata tentou invadir o gabinete do parlamentar e também foi contido pelos policiais legislativos.
Depois da prisão, Marco Feliciano ainda tentou conduzir a audiência por mais de dez minutos, mas o barulho de gritos e vaias impediu a continuidade da sessão. O parlamentar pediu silêncio em vários momentos e chegou a invocar o nome de "Jesus" para que os manifestantes respeitassem os demais deputados.
"Peço que vocês se acalmem, tem um deputado aqui falando... Vou ter que tomar medidas mais drásticas... Se acalmem, Jesus é bom... Vocês não respeitam os direitos humanos. Estamos falando de uma pessoa a beira da morte [sobre corintianos presos na Bolívia]. Aqui é a casa do povo, não uma casa de baderna. Não aceito pressão, pode gritar, pode espernear. Estou aqui eleito pelo voto legal pelo povo, estou aqui amparado", enfatizou.
Sem poder prosseguir, Feliciano suspendeu a audiência, que só foi retomada depois que todos trocaram de sala, e foram para o plenário 11, e contou apenas com a presença dos integrantes da Comissão de Direitos Humanos e dos jornalistas. Na pauta, a discussão sobre a contaminação de chumbo no solo de Santo Amaro da Purificação, Bahia.
Polêmicas
Desde que foi eleito para a presidência da comissão, Marco Feliciano é alvo de protestos em todo o país. Manifestantes se revezam em atos dentro da Câmara Federal e também em outros estados como o Rio de Janeiro, que contou com a presença de atores globais. A insatisfação está ligada aos cometários que o parlamentar teria feito contra gays, negros e religiosos.
Mesmo com a pressão popular e até do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que classificou como "insustentável" a presença de Feliciano na comissão, o partido preferiu manter o nome do pastor. Em reunião da bancada nessa terça-feira 26, o também pastor e vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, disse que Feliciano é um deputado "ficha-limpa" e que era preciso "respeitar" a indicação feita pela sigla.
Os internautas também se mobilizaram contra a presença do deputado na Comissão de Direitos Humanos. O abaixo-assinado, entregue pela organização Avaaz ao PSC nesta quarta-feira, reuniu mais de 450 mil nomes da internet. A petição online foi criada pelo ativista em direitos humanos Bruno Maia.

Em cinco anos quase 400 mil voltaram a viver no brasil.




Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a crise econômica internacional associada a problemas específicos em alguns países, como o terremoto seguido por tsunami no Japão (em 2011), provocou o retorno em massa de brasileiros que estavam no exterior

AGÊNCIA BRASIL

Brasília – A crise econômica internacional associada a problemas específicos em alguns países, como o terremoto seguido por tsunami no Japão (em 2011), provocou o retorno de 300 mil a 400 mil brasileiros que estavam no exterior para o Brasil. Os números são do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, e referem-se ao período de 2007 a 2012. A estimativa é que cerca de 2,5 milhões de pessoas vivem fora do país.
Os brasileiros voltaram, principalmente, do Japão, da Espanha, de Portugal, da França e dos Estados Unidos, além do Paraguai. Porém, o Itamaraty informou que os dados são baseados em estimativas, pois vários estão em situação ilegal, o que dificulta a precisão das informações.
O único país, segundo o Itamaraty, que é exceção é o Japão, pois todos os imigrantes são cadastrados pelo governo japonês. De 2007 a 2012, o número de brasileiros no país caiu de 313 mil para 193 mil. A avaliação é que o terremoto seguido por tsunami no Nordeste do Japão agravado por explosões e vazamentos nucleares, em março de 2011, tenha provocado o retorno.
De acordo com o Itamaraty, foram eliminadas ações consideradas discriminatórias em relação a brasileiros no exterior, como era o caso da Espanha até o ano passado. Negociações entre autoridades brasileiras e espanholas, segundo o ministério, acabaram com essas barreiras.
A diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, Luiza Lopes da Silva, disse hoje (27) que os problemas de impedimento fora do país, quando ocorrem, são pontuais. Em geral, segundo ela, são questões relativas à adequação de documentos. A diplomata acrescentou que a preocupação do governo é dar condições para que todos os que retornam do exterior tenham condições de se reinserir na sociedade e no mercado de trabalho.
“No momento que o imigrante volta não acaba o problema. O retorno do imigrante não é fácil porque os caminhos que ele pode percorrer [para se readaptar à vida no Brasil] não são divulgados. De uns anos para cá, estamos fazendo esforços para levar essas informações ao exterior. Estamos fazendo a divulgação desses dados”, disse Luiza Lopes.

Obras de mobilidade para a Copa das Confederações estão atrasadas



O tempo, agora, é o maior inimigo. Quem trabalha diretamente nas obras de mobilidade para a Copa das Confederações, que acontece no próximo mês de junho, com jogos na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, corre para entregar tudo no prazo previsto. Em alguns desses canteiros, como o Terminal Integrado de Cosme e Damião e a Radial da Copa, o tempo estipulado já acabou. Muitos afirmam que vai ficar pronto, mas tudo em cima da hora.
A expressão hoje é usada tanto pela cúpula das Secretarias da Cidades e Extraordinária da Copa quanto pelos operários que estão com a mão na massa, literalmente. Essa massa pode ser representada pelo barro que ainda ocupa muitos locais, onde já deveriam estar o asfalto e prédios prontos para serem inaugurados, como em Cosme e Damião, na Várzea, Recife.
A estação de metrô, que leva o mesmo nome do terminal e faz parte do complexo, está 95% pronta. Os trens, inclusive, já trafegam por ele, apesar de ainda não poderem realizar o embarque e desembarque de passageiros
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“Estamos com tudo praticamente pronto. Falta o acabamento da estação para poder entregar no prazo”, disse um dos engenheiros da obra, de responsabilidade da Companhia Brasileira de Trens Urbanos(CBTU). “Agora é torcer e correr para que a obra do TI de Cosme e Damião também fique pronta, dando suporte necessário ao público. E também torcer para não chover”, citou o profissional, que preferiu não ser identificado. A obra é de responsabilidade do governo do Estado.
O inverno é realmente uma preocupação. Em maio, começa a estação chuvosa na Região Metropolitana do Recife (RMR) e junho é considerado o mês com maior índice pluviométrico. Como a maior parte da construção de Cosme e Damião ainda é um grande canteiro, com muito barro, a água poderia atrasar a obra ainda mais.
O novo terminal é um dos principais acessos para chegar à Arena Pernambuco. É de lá que vão sair os ônibus para o estádio, usando como via principal a nova ponte, que faz parte do complexo da Radial da Copa. A ponte também está quase pronta e deve ser entregue em junho. “Já pediram para a gente correr. Mas acho que só fica pronto mesmo em junho, em cima da hora”, disse um dos encarregados pela obra, que também optou pelo anonimato.
O Ramal da Copa será uma via com 6,3 quilômetros, que ligará a Avenida Belmino Correia (PE-05), em Camaragibe, ao lado da Estação Camaragibe do metrô, à BR-408 e à Arena da Copa, passando pelo TI de Cosme e Damião. Terá duas faixas exclusivas para o transporte público, seis para veículos particulares (três em cada sentido), ciclovia e calçadas. No total, terá 32 metros de largura.
A previsão do governo era concluir a primeira etapa, cerca de quatro quilômetros entre a Arena e a TI Cosme Damião, incluindo a ponte, até fevereiro deste ano. “Apesar de pequenos atrasos, todas as obras ficarão prontas até maio ou início de junho, para a Copa das Confederações”, afirmou secretário das Cidades, Danilo Cabral

Edson não descarta hipótese de crime político em sexto arrombamento registrado contra prédios públicos


Foto: Ney Lima (arquivo)

Em entrevista veiculada no programa Direto ao Ponto, da Rádio Vale AM, o prefeito Edson Viera (PSDB) falou de seu posicionamento sobre o sexto arrombamento registrado contra mais um prédio público de Santa Cruz do Capibaribe.

“Ficamos tristes, pois a gente já pensa que pode ser uma coisa orquestrada de novo. Eu não faço política “pequinês” e fico triste porque pessoas que fazem isso não estão prejudicando Edson Vieira, mas toda a administração de Santa Cruz do Capibaribe”.


Ney lima

Eduardo diz que nada afetará relação com Lula



Ex-presidente disse que candidatura de Campos é bom para a democracia (Foto: Roberto Stuckert/Instituto Cidadania)

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou, nesta quarta-feira (27), que nenhuma circunstância política vai afetar a relação pessoal que tem com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração do socialista foi uma resposta à entrevista concedida pelo cacique do PT ao jornal Valor Econômico, na qual o petista observa como “bom para a democracia” a possível candidatura de Eduardo à Presidência da República. O gestor estadual agradeceu as palavras do aliado.

Lula diz que vem fazer campanha para Dilma em PE

“Agradeço as generosas palavras do presidente Lula, que não me surpreendem pela grande relação que nós temos, de respeito, de uma caminhada de muitos anos juntos. Eu sempre disse para vocês que, em numa circunstância política, haveria de afetar a minha relação pessoal, de respeito, de admiração ao brasileiro, ao presidente em que votei e servi como ministro como um ser humano, líder político. Nesse momento, tenho que agradecer as palavras tão gentis dele”, afirmou Eduardo Campos.

Ao ser indagado se a declaração do ex-presidente da República o deixaria estimulado para pavimentar a candidatura à presidência, Eduardo Campos disse que o ex-presidente deu demonstração de que sabe distinguir o que é o processo político e como devem ser as relações pessoais. “A fala de Lula nos deixa confortado. De certa forma nos emociona a mim, a minha família e amigos pela forma larga ele coloca as questões e como ele sabe distinguir o que é processo político e o que devem ser as relações pessoais nessa dimensão”.

Ao jornal, o ex-presidente Lula cravou que não faz parte de sua índole pedir as pessoas para não se candidatarem, haja vista seu histórico político. “Eu não pedirei para não ser candidato nem para ele nem para ninguém”, cravou o cacique do PT. No entanto, o petista ressaltou que virá a Pernambuco fazer campanha em favor da presidente Dilma Rousseff (PT).


    Eduardo levará duas propostas para Dilma



    Socialista cobrará desburocratização dos repasses aos atingidos pela seca(Foto: Paullo Allmeida)

    Para o encontro dos governadores do Semiárido nordestino com a presidente Dilma Rousseff (PT), no dia 2 de abril, em Fortaleza, o pernambucano Eduardo (PSB) deverá levar duas sugestões com o objetivo de amenizar os efeitos da seca. Uma delas será a defesa da anistia às dívidas da agricultura familiar para reconstruir a base econômica no campo. A outra é discutir mecanismos para desburocratizar o repasse de verbas nas entre os entes federados. Neste caso, o socialista vai apresentar a experiência do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM), criado em fevereiro passado, e que vai injetar R$ 228 milhões nos cofres das prefeituras pernambucanas.

    Para Eduardo Campos, o Governo Federal tem que ter coragem para utilizar os empréstimos subsidiados aos grandes grupos econômicos para custear a anistia da agricultura familiar. “O olhar na reconstrução passa por reabilitar a agricultura familiar do Nordeste e não tem como reabilitar nessas velhas rolagens das dívidas. Ou a gente tem a coragem de enfrentar e anistiar a agricultura familiar, porque como é que você vai, a partir de um solo seco, acumulando duas, três dívidas de safras que deram zero poder tomar novo dinheiro para pagar seu sustento e pagar a dívida de três, quatro safras?”, indagou. “Na hora que a gente está emprestando dinheiro subsidiado a grandes grupos econômicos a gente tem que ter a coragem de pagar a agricultura familiar”, acrescentou.

    Já para desburocratizar os entraves no que tange ao repasse de recursos públicos entre os entes federados, Eduardo Campos vai propor replicar o modelo que será implantado em Pernambuco, de fundo a fundo. Para tanto, o governador citou que os ministérios da Saúde e Educação usam essa experiência para aplicar verbas do SUS e Fundeb. O gestor socialista garantiu, contudo, que todas as transações entre União, Estados e municípios deverão ser fiscalizadas pelos órgãos de controle, a exemplo dos Tribunais de Contas e da União e da Controladoria Geral da União.

    Modelo arcaico
    Indagado se o atual modelo adotado pelo Governo Federal para repasse de recursos aos Estados e municípios é arcaico, o governador Eduardo Campos cravou que a gestão precisa ser aperfeiçoada. Na opinião do socialista, é preciso encurtar os prazos e fazer o trabalho integrado para liberar verbas aos entes que vivem em situação de emergência. O presidenciável procurou afastar que sua declaração tem um ponto de crítica ao padrão adotado pela União.

    “Em algumas questões é um modelo que precisa ser aperfeiçoado. É preciso encurtar os prazos e fazer as coisas a muitas mãos. Aqui não é nenhum ataque, é fazer uma racionalização dos processos porque, às vezes, o caminho que dá segurança, as leis que foram feitas no passado não foram feitas para situações de emergência. Foram feitas para situações de normalidade”, opinou Eduardo Campos.


      Em Mirassol, Palmeiras passa por humilhação histórica e leva 6 a 2


      Há dez anos, a meses de sua primeira participação na Série B do Campeonato Brasileiro, o palmeirense sofreu com uma derrota por 7 a 2 para o Vitória, no Palestra Itália. Nesta quarta-feira, um resultado similar ocorreu em Mirassol. O time da casa, que precisava dos três pontos para não entrar na zona de rebaixamento do Campeonato Paulista, marcou seis gols no primeiro tempo e venceu por 6 a 2.
      O pesadelo começou cedo. Marcos Vinícius só estreou como profissional porque Mauricio Ramos teve indisposição estomacal no vestiário, minutos antes de o time entrar no campo. E Marcos Vinicius, de 20 anos, não poderia começar pior sua carreira, marcando gol contra com 40 segundos de jogo.
      A partir daí, o que não faltaram foram falhas. Caion fez dois, aos nove e aos 11, aproveitando-se de Marcos Vinícius e Márcio Araújo. Para reagir, Gilson Kleina colocou Ronny em campo e o meia cruzou para Caio fazer, aos 22, e balançou as redes aos 30. Uma esperança nascida em vão. Aos 39, Leomir fez golaço de falta e abriu nova série de chutes certos contra Fernando Prass: Medina, aos 43, e Camilo, aos 46, fecharam o placar.
      O segundo tempo serviu só para completar a apática atuação do Verdão. Na tabela, a consequência não é tão grande, já que o time segue na sétima posição, dentro da faixa de classificação para as quartas de final e tem chance de se recuperar ao receber o Linense, no Pacaembu, às 18h30 (de Brasília) deste sábado.
      fonte G1

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