| CLASSIFICAÇÃO | P | J | V | E | D | GP | GC | SG | % | |
1
| Cruzeiro |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
5
|
0
|
5
|
100
|
2
| Criciúma |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
3
|
1
|
2
|
100
|
3
| Grêmio |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
2
|
0
|
2
|
100
|
3
| São Paulo |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
2
|
0
|
2
|
100
|
5
| Coritiba |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
2
|
1
|
1
|
100
|
5
| Fluminense |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
2
|
1
|
1
|
100
|
7
| Vasco |
3
|
1
|
1
|
0
|
0
|
1
|
0
|
1
|
100
|
8
| Internacional |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
2
|
2
|
0
|
33.3
|
8
| Vitória |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
2
|
2
|
0
|
33.3
|
10
| Botafogo |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
1
|
1
|
0
|
33.3
|
10
| Corinthians |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
1
|
1
|
0
|
33.3
|
12
| Flamengo |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
0
|
0
|
0
|
33.3
|
12
| Santos |
1
|
1
|
0
|
1
|
0
|
0
|
0
|
0
|
33.3
|
14
| Atlético-MG |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
1
|
2
|
-1
|
0
|
14
| Atlético-PR |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
1
|
2
|
-1
|
0
|
16
| Portuguesa |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
0
|
1
|
-1
|
0
|
17
| Bahia |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
1
|
3
|
-2
|
0
|
18
| Náutico |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
0
|
2
|
-2
|
0
|
18
| Ponte Preta |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
0
|
2
|
-2
|
0
|
20
| Goiás |
0
|
1
|
0
|
0
|
1
|
0
|
5
|
-5
|
0
|
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Classificação da primeira rodada do brasileirão
Bolsa voto: mais boato sobre Bolsa Família e eleição
Após o “boato” do “fim do Bolsa-Família”, nova onda de suspeitas assolou as redes sociais ontem: beneficiários do programa de renda do governo seriam também doadores de campanhas eleitorais. Confrontado pela coluna com dois nomes e CPFs idênticos nos sites dos Tribunal Superior Eleitoral e no cadastro do Bolsa-Família, o Ministério do Desenvolvimento Social pediu “tempo” para apurar. Uma suposta beneficiária em Goiás doou R$320 a uma candidata a vereadora do PMN. Outra teria doado R$1 mil a candidato do PPS. (Cláudio Humberto)
Lula não é candidato. E se o povo quiser?
xBLOG DE RENATO RIELLA
A presidente Dilma Rousseff e o seu governo têm índices de aceitação popular melhores do que os governantes anteriores, mas o povo não esquece o ex-presidente Lula. Ninguém se assuste se o candidato em 2014 for este ex-sindicalista que nunca leu um livro.
Dilma tem o mérito de manter o país sem crise, em clima de relativa euforia e com elevado poder de consumo, apesar de cercado por dados econômicos preocupantes. O desemprego, de apenas 5,8%, humilha nações como Espanha, França e até Estados Unidos, sendo incompreensível para os “estadistas” do Primeiro Mundo.
Mas por que o povo não esquece Lula, se está tudo aparentemente tão bom? Porque o povo é emocional. Esta é uma das razões de sucesso do jogador Neymar, que é fisicamente horrível, mas transformou-se em referência de moda e de marketing, em nível bem superior ao seu desempenho nos campos.
Dilma é como Fred, do Fluminense, o mais bem sucedido atacante do futebol brasileiro atual, que não comemora gols, nem faz cortes de cabelo diferentes – e, por isso, não é ídolo.
No caso do Lula, as coisas ainda são mais complicadas, pois diversas áreas do país acostumaram-se à sua capacidade de negociação, com aparente carinho e um imenso saco para ouvir esses ou aqueles. Dilma, não! Ela imaginou que conseguiria fazer um governo administrativo, pelos ótimos resultados oferecidos ao povo, mas os eleitores querem muito mais. Querem um Neymar.
Na verdade, é imperdoável que a presidente Dilma tenha imposto um projeto de reforma dos portos por Medida Provisória, quando o certo seria por projeto de lei. Por outro lado, ela lavou as mãos na reforma do ICMS, imposto que gera a guerra fiscal entre os estados. Sem sua participação, esse assunto não evolui – retardando o progresso do país.
E assim por diante. O povo é influenciado pelos políticos na avaliação dos governos. E percebe que a presidente é durona, inflexível, incapaz de engolir sapos e sorrir.
Por isso, não foi surpresa quando vi pesquisa do Instituto Dados, realizada entre três mil eleitores, neste mês de maio, no Distrito Federal, quando 13,4% dos entrevistados disseram que votam em Lula para presidente nas eleições de 2014. Como, se ele nem é candidato? Mesmo assim, boa parte do pessoal sonha com a volta de Lula. Dilma, reconhecida como a provável candidata do PT, aparece na pesquisa pouco acima, com 19,3%.
Para completar os resultados, Marina Silva obteve 10,8%; Aécio Neves, 7,6%; Serra, 1,5%; e Eduardo Campos, 1,2%.
Brasília é considerada pelos institutos de pesquisa como cidade-teste. Resultados obtidos aqui costumam se expandir pelo Brasil dentro de algumas semanas. Assim, não se assuste se crescer o movimento “volta Lula!”
Dilma tem o mérito de manter o país sem crise, em clima de relativa euforia e com elevado poder de consumo, apesar de cercado por dados econômicos preocupantes. O desemprego, de apenas 5,8%, humilha nações como Espanha, França e até Estados Unidos, sendo incompreensível para os “estadistas” do Primeiro Mundo.
Mas por que o povo não esquece Lula, se está tudo aparentemente tão bom? Porque o povo é emocional. Esta é uma das razões de sucesso do jogador Neymar, que é fisicamente horrível, mas transformou-se em referência de moda e de marketing, em nível bem superior ao seu desempenho nos campos.
Dilma é como Fred, do Fluminense, o mais bem sucedido atacante do futebol brasileiro atual, que não comemora gols, nem faz cortes de cabelo diferentes – e, por isso, não é ídolo.
No caso do Lula, as coisas ainda são mais complicadas, pois diversas áreas do país acostumaram-se à sua capacidade de negociação, com aparente carinho e um imenso saco para ouvir esses ou aqueles. Dilma, não! Ela imaginou que conseguiria fazer um governo administrativo, pelos ótimos resultados oferecidos ao povo, mas os eleitores querem muito mais. Querem um Neymar.
Na verdade, é imperdoável que a presidente Dilma tenha imposto um projeto de reforma dos portos por Medida Provisória, quando o certo seria por projeto de lei. Por outro lado, ela lavou as mãos na reforma do ICMS, imposto que gera a guerra fiscal entre os estados. Sem sua participação, esse assunto não evolui – retardando o progresso do país.
E assim por diante. O povo é influenciado pelos políticos na avaliação dos governos. E percebe que a presidente é durona, inflexível, incapaz de engolir sapos e sorrir.
Por isso, não foi surpresa quando vi pesquisa do Instituto Dados, realizada entre três mil eleitores, neste mês de maio, no Distrito Federal, quando 13,4% dos entrevistados disseram que votam em Lula para presidente nas eleições de 2014. Como, se ele nem é candidato? Mesmo assim, boa parte do pessoal sonha com a volta de Lula. Dilma, reconhecida como a provável candidata do PT, aparece na pesquisa pouco acima, com 19,3%.
Para completar os resultados, Marina Silva obteve 10,8%; Aécio Neves, 7,6%; Serra, 1,5%; e Eduardo Campos, 1,2%.
Brasília é considerada pelos institutos de pesquisa como cidade-teste. Resultados obtidos aqui costumam se expandir pelo Brasil dentro de algumas semanas. Assim, não se assuste se crescer o movimento “volta Lula!”
As 10 mentiras que a direita quer autenticar
DEZ MENTIRAS QUE A DIREITA QUER TORNAR VERDADES
A direita brasileira é tão bobinha que faz rir.
Sofisma sem o menor constrangimento.
E ainda cita a frase nazista sobre mentiras que se tornam verdades.
É o que gostaria de fazer.
Não consegue.
Dez mentiras da direita que não emplacam:
1) Capa da Forbes mostra Lula como bilionário.
Era uma montagem rastaquera.
2) Não há liberdade de imprensa na Venezuela.
Os jornais El Nacional e El Universal provam o contrário.
3) Cristina Kirchner quer calar o Clarín.
O Clarín tem mais de 200 concessões de televisão. A lei dos meios, inspirada na lei americana, quer evitar a concentração de mídia.
4) Os dois lados precisam ser investigados pela Comissão da Verdade.
Um lado, o dos que resistiram à ditadura, foi investigado pela justiça militar do regime, submetido a processo, condenado, preso, torturado, morto, exilado.
A história dos processos e condenações dos resistentes está em documentos, livros, depoimentos, relatos, reportagens, etc.
Por que o lado dos resistentes deveria ser condenado duas vezes?
Os torturadores é que nunca foram investigados nem condenados.
5) O Brasil estava à beira do comunismo em 1964.
Trata-se de uma tese sem fundamentação histórica.
6) O bolsa-família torna as pessoas preguiçosas e dependentes.
Um milhão e seiscentos mil beneficiados saíram espontaneamente do sistema.
7) Alunos cotistas não conseguem acompanhar o ritmo dos outros.
A média dos cotistas, numa escala comprimida, é 5.4, a dos não cotistas, 6.0. Uma diferença mínima, estatisticamente irrelevante.
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