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quinta-feira, 28 de março de 2013

Feliciano manda prender "me chamou de racista"




Contestado mais uma vez, em novo tumulto, presidente da Comissão de Direitos Humanos foi chamado de racista; "Aquele senhor de barba... Me chamou de racista... Vai sair preso daqui porque me chamou de racista", ofendeu-se; ordem foi cumprida pela Polícia Legislativa; acusação pesa contra ele por declarações anteriores; reuniões da comissão têm sido sempre tumultuadas; ele se nega a renunciar, mas situação permanece "insustentável", como disse o presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN)

Brasília 247 - Um dia depois que o PSC bateu o pé e anunciou a permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, a confusão instalou-se novamente na Câmara Federal nesta quarta-feira 27. Manifestantes tentaram impedir a reunião da comissão, que acontecia no plenário 9.

Depois de muito bate boca e gritaria, todos os integrantes de movimentos contrários ou favoráveis ao pastor foram retirados da sala. Um deles foi preso pela polícia legislativa a pedido do próprio parlamentar.
Marco Feliciano alegou que foi chamado de racista pelo manifestante. "Aquele senhor de barba, chama a segurança, ele me chamou de racista e racismo é crime. Ele vai ser preso e terá que provar que eu sou racista", disse o deputado em meio a confusão.
O antropólogo Marcelo Régis foi levado para a coordenação da Polícia Judiciária depois de resistir a prisão. [Veja no primeiro vídeo]. Ele prestou depoimento acompanhado de um advogado do PSOL. Ele não foi o único manifestante detido. Allysson Rodrigues Prata tentou invadir o gabinete do parlamentar e também foi contido pelos policiais legislativos.
Depois da prisão, Marco Feliciano ainda tentou conduzir a audiência por mais de dez minutos, mas o barulho de gritos e vaias impediu a continuidade da sessão. O parlamentar pediu silêncio em vários momentos e chegou a invocar o nome de "Jesus" para que os manifestantes respeitassem os demais deputados.
"Peço que vocês se acalmem, tem um deputado aqui falando... Vou ter que tomar medidas mais drásticas... Se acalmem, Jesus é bom... Vocês não respeitam os direitos humanos. Estamos falando de uma pessoa a beira da morte [sobre corintianos presos na Bolívia]. Aqui é a casa do povo, não uma casa de baderna. Não aceito pressão, pode gritar, pode espernear. Estou aqui eleito pelo voto legal pelo povo, estou aqui amparado", enfatizou.
Sem poder prosseguir, Feliciano suspendeu a audiência, que só foi retomada depois que todos trocaram de sala, e foram para o plenário 11, e contou apenas com a presença dos integrantes da Comissão de Direitos Humanos e dos jornalistas. Na pauta, a discussão sobre a contaminação de chumbo no solo de Santo Amaro da Purificação, Bahia.
Polêmicas
Desde que foi eleito para a presidência da comissão, Marco Feliciano é alvo de protestos em todo o país. Manifestantes se revezam em atos dentro da Câmara Federal e também em outros estados como o Rio de Janeiro, que contou com a presença de atores globais. A insatisfação está ligada aos cometários que o parlamentar teria feito contra gays, negros e religiosos.
Mesmo com a pressão popular e até do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que classificou como "insustentável" a presença de Feliciano na comissão, o partido preferiu manter o nome do pastor. Em reunião da bancada nessa terça-feira 26, o também pastor e vice-presidente nacional do PSC, Everaldo Pereira, disse que Feliciano é um deputado "ficha-limpa" e que era preciso "respeitar" a indicação feita pela sigla.
Os internautas também se mobilizaram contra a presença do deputado na Comissão de Direitos Humanos. O abaixo-assinado, entregue pela organização Avaaz ao PSC nesta quarta-feira, reuniu mais de 450 mil nomes da internet. A petição online foi criada pelo ativista em direitos humanos Bruno Maia.

Em cinco anos quase 400 mil voltaram a viver no brasil.




Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a crise econômica internacional associada a problemas específicos em alguns países, como o terremoto seguido por tsunami no Japão (em 2011), provocou o retorno em massa de brasileiros que estavam no exterior

AGÊNCIA BRASIL

Brasília – A crise econômica internacional associada a problemas específicos em alguns países, como o terremoto seguido por tsunami no Japão (em 2011), provocou o retorno de 300 mil a 400 mil brasileiros que estavam no exterior para o Brasil. Os números são do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, e referem-se ao período de 2007 a 2012. A estimativa é que cerca de 2,5 milhões de pessoas vivem fora do país.
Os brasileiros voltaram, principalmente, do Japão, da Espanha, de Portugal, da França e dos Estados Unidos, além do Paraguai. Porém, o Itamaraty informou que os dados são baseados em estimativas, pois vários estão em situação ilegal, o que dificulta a precisão das informações.
O único país, segundo o Itamaraty, que é exceção é o Japão, pois todos os imigrantes são cadastrados pelo governo japonês. De 2007 a 2012, o número de brasileiros no país caiu de 313 mil para 193 mil. A avaliação é que o terremoto seguido por tsunami no Nordeste do Japão agravado por explosões e vazamentos nucleares, em março de 2011, tenha provocado o retorno.
De acordo com o Itamaraty, foram eliminadas ações consideradas discriminatórias em relação a brasileiros no exterior, como era o caso da Espanha até o ano passado. Negociações entre autoridades brasileiras e espanholas, segundo o ministério, acabaram com essas barreiras.
A diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, Luiza Lopes da Silva, disse hoje (27) que os problemas de impedimento fora do país, quando ocorrem, são pontuais. Em geral, segundo ela, são questões relativas à adequação de documentos. A diplomata acrescentou que a preocupação do governo é dar condições para que todos os que retornam do exterior tenham condições de se reinserir na sociedade e no mercado de trabalho.
“No momento que o imigrante volta não acaba o problema. O retorno do imigrante não é fácil porque os caminhos que ele pode percorrer [para se readaptar à vida no Brasil] não são divulgados. De uns anos para cá, estamos fazendo esforços para levar essas informações ao exterior. Estamos fazendo a divulgação desses dados”, disse Luiza Lopes.

Obras de mobilidade para a Copa das Confederações estão atrasadas



O tempo, agora, é o maior inimigo. Quem trabalha diretamente nas obras de mobilidade para a Copa das Confederações, que acontece no próximo mês de junho, com jogos na Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, corre para entregar tudo no prazo previsto. Em alguns desses canteiros, como o Terminal Integrado de Cosme e Damião e a Radial da Copa, o tempo estipulado já acabou. Muitos afirmam que vai ficar pronto, mas tudo em cima da hora.
A expressão hoje é usada tanto pela cúpula das Secretarias da Cidades e Extraordinária da Copa quanto pelos operários que estão com a mão na massa, literalmente. Essa massa pode ser representada pelo barro que ainda ocupa muitos locais, onde já deveriam estar o asfalto e prédios prontos para serem inaugurados, como em Cosme e Damião, na Várzea, Recife.
A estação de metrô, que leva o mesmo nome do terminal e faz parte do complexo, está 95% pronta. Os trens, inclusive, já trafegam por ele, apesar de ainda não poderem realizar o embarque e desembarque de passageiros
.
“Estamos com tudo praticamente pronto. Falta o acabamento da estação para poder entregar no prazo”, disse um dos engenheiros da obra, de responsabilidade da Companhia Brasileira de Trens Urbanos(CBTU). “Agora é torcer e correr para que a obra do TI de Cosme e Damião também fique pronta, dando suporte necessário ao público. E também torcer para não chover”, citou o profissional, que preferiu não ser identificado. A obra é de responsabilidade do governo do Estado.
O inverno é realmente uma preocupação. Em maio, começa a estação chuvosa na Região Metropolitana do Recife (RMR) e junho é considerado o mês com maior índice pluviométrico. Como a maior parte da construção de Cosme e Damião ainda é um grande canteiro, com muito barro, a água poderia atrasar a obra ainda mais.
O novo terminal é um dos principais acessos para chegar à Arena Pernambuco. É de lá que vão sair os ônibus para o estádio, usando como via principal a nova ponte, que faz parte do complexo da Radial da Copa. A ponte também está quase pronta e deve ser entregue em junho. “Já pediram para a gente correr. Mas acho que só fica pronto mesmo em junho, em cima da hora”, disse um dos encarregados pela obra, que também optou pelo anonimato.
O Ramal da Copa será uma via com 6,3 quilômetros, que ligará a Avenida Belmino Correia (PE-05), em Camaragibe, ao lado da Estação Camaragibe do metrô, à BR-408 e à Arena da Copa, passando pelo TI de Cosme e Damião. Terá duas faixas exclusivas para o transporte público, seis para veículos particulares (três em cada sentido), ciclovia e calçadas. No total, terá 32 metros de largura.
A previsão do governo era concluir a primeira etapa, cerca de quatro quilômetros entre a Arena e a TI Cosme Damião, incluindo a ponte, até fevereiro deste ano. “Apesar de pequenos atrasos, todas as obras ficarão prontas até maio ou início de junho, para a Copa das Confederações”, afirmou secretário das Cidades, Danilo Cabral

Edson não descarta hipótese de crime político em sexto arrombamento registrado contra prédios públicos


Foto: Ney Lima (arquivo)

Em entrevista veiculada no programa Direto ao Ponto, da Rádio Vale AM, o prefeito Edson Viera (PSDB) falou de seu posicionamento sobre o sexto arrombamento registrado contra mais um prédio público de Santa Cruz do Capibaribe.

“Ficamos tristes, pois a gente já pensa que pode ser uma coisa orquestrada de novo. Eu não faço política “pequinês” e fico triste porque pessoas que fazem isso não estão prejudicando Edson Vieira, mas toda a administração de Santa Cruz do Capibaribe”.


Ney lima

Eduardo diz que nada afetará relação com Lula



Ex-presidente disse que candidatura de Campos é bom para a democracia (Foto: Roberto Stuckert/Instituto Cidadania)

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou, nesta quarta-feira (27), que nenhuma circunstância política vai afetar a relação pessoal que tem com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração do socialista foi uma resposta à entrevista concedida pelo cacique do PT ao jornal Valor Econômico, na qual o petista observa como “bom para a democracia” a possível candidatura de Eduardo à Presidência da República. O gestor estadual agradeceu as palavras do aliado.

Lula diz que vem fazer campanha para Dilma em PE

“Agradeço as generosas palavras do presidente Lula, que não me surpreendem pela grande relação que nós temos, de respeito, de uma caminhada de muitos anos juntos. Eu sempre disse para vocês que, em numa circunstância política, haveria de afetar a minha relação pessoal, de respeito, de admiração ao brasileiro, ao presidente em que votei e servi como ministro como um ser humano, líder político. Nesse momento, tenho que agradecer as palavras tão gentis dele”, afirmou Eduardo Campos.

Ao ser indagado se a declaração do ex-presidente da República o deixaria estimulado para pavimentar a candidatura à presidência, Eduardo Campos disse que o ex-presidente deu demonstração de que sabe distinguir o que é o processo político e como devem ser as relações pessoais. “A fala de Lula nos deixa confortado. De certa forma nos emociona a mim, a minha família e amigos pela forma larga ele coloca as questões e como ele sabe distinguir o que é processo político e o que devem ser as relações pessoais nessa dimensão”.

Ao jornal, o ex-presidente Lula cravou que não faz parte de sua índole pedir as pessoas para não se candidatarem, haja vista seu histórico político. “Eu não pedirei para não ser candidato nem para ele nem para ninguém”, cravou o cacique do PT. No entanto, o petista ressaltou que virá a Pernambuco fazer campanha em favor da presidente Dilma Rousseff (PT).


    Eduardo levará duas propostas para Dilma



    Socialista cobrará desburocratização dos repasses aos atingidos pela seca(Foto: Paullo Allmeida)

    Para o encontro dos governadores do Semiárido nordestino com a presidente Dilma Rousseff (PT), no dia 2 de abril, em Fortaleza, o pernambucano Eduardo (PSB) deverá levar duas sugestões com o objetivo de amenizar os efeitos da seca. Uma delas será a defesa da anistia às dívidas da agricultura familiar para reconstruir a base econômica no campo. A outra é discutir mecanismos para desburocratizar o repasse de verbas nas entre os entes federados. Neste caso, o socialista vai apresentar a experiência do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM), criado em fevereiro passado, e que vai injetar R$ 228 milhões nos cofres das prefeituras pernambucanas.

    Para Eduardo Campos, o Governo Federal tem que ter coragem para utilizar os empréstimos subsidiados aos grandes grupos econômicos para custear a anistia da agricultura familiar. “O olhar na reconstrução passa por reabilitar a agricultura familiar do Nordeste e não tem como reabilitar nessas velhas rolagens das dívidas. Ou a gente tem a coragem de enfrentar e anistiar a agricultura familiar, porque como é que você vai, a partir de um solo seco, acumulando duas, três dívidas de safras que deram zero poder tomar novo dinheiro para pagar seu sustento e pagar a dívida de três, quatro safras?”, indagou. “Na hora que a gente está emprestando dinheiro subsidiado a grandes grupos econômicos a gente tem que ter a coragem de pagar a agricultura familiar”, acrescentou.

    Já para desburocratizar os entraves no que tange ao repasse de recursos públicos entre os entes federados, Eduardo Campos vai propor replicar o modelo que será implantado em Pernambuco, de fundo a fundo. Para tanto, o governador citou que os ministérios da Saúde e Educação usam essa experiência para aplicar verbas do SUS e Fundeb. O gestor socialista garantiu, contudo, que todas as transações entre União, Estados e municípios deverão ser fiscalizadas pelos órgãos de controle, a exemplo dos Tribunais de Contas e da União e da Controladoria Geral da União.

    Modelo arcaico
    Indagado se o atual modelo adotado pelo Governo Federal para repasse de recursos aos Estados e municípios é arcaico, o governador Eduardo Campos cravou que a gestão precisa ser aperfeiçoada. Na opinião do socialista, é preciso encurtar os prazos e fazer o trabalho integrado para liberar verbas aos entes que vivem em situação de emergência. O presidenciável procurou afastar que sua declaração tem um ponto de crítica ao padrão adotado pela União.

    “Em algumas questões é um modelo que precisa ser aperfeiçoado. É preciso encurtar os prazos e fazer as coisas a muitas mãos. Aqui não é nenhum ataque, é fazer uma racionalização dos processos porque, às vezes, o caminho que dá segurança, as leis que foram feitas no passado não foram feitas para situações de emergência. Foram feitas para situações de normalidade”, opinou Eduardo Campos.


      Em Mirassol, Palmeiras passa por humilhação histórica e leva 6 a 2


      Há dez anos, a meses de sua primeira participação na Série B do Campeonato Brasileiro, o palmeirense sofreu com uma derrota por 7 a 2 para o Vitória, no Palestra Itália. Nesta quarta-feira, um resultado similar ocorreu em Mirassol. O time da casa, que precisava dos três pontos para não entrar na zona de rebaixamento do Campeonato Paulista, marcou seis gols no primeiro tempo e venceu por 6 a 2.
      O pesadelo começou cedo. Marcos Vinícius só estreou como profissional porque Mauricio Ramos teve indisposição estomacal no vestiário, minutos antes de o time entrar no campo. E Marcos Vinicius, de 20 anos, não poderia começar pior sua carreira, marcando gol contra com 40 segundos de jogo.
      A partir daí, o que não faltaram foram falhas. Caion fez dois, aos nove e aos 11, aproveitando-se de Marcos Vinícius e Márcio Araújo. Para reagir, Gilson Kleina colocou Ronny em campo e o meia cruzou para Caio fazer, aos 22, e balançou as redes aos 30. Uma esperança nascida em vão. Aos 39, Leomir fez golaço de falta e abriu nova série de chutes certos contra Fernando Prass: Medina, aos 43, e Camilo, aos 46, fecharam o placar.
      O segundo tempo serviu só para completar a apática atuação do Verdão. Na tabela, a consequência não é tão grande, já que o time segue na sétima posição, dentro da faixa de classificação para as quartas de final e tem chance de se recuperar ao receber o Linense, no Pacaembu, às 18h30 (de Brasília) deste sábado.
      fonte G1

      quarta-feira, 27 de março de 2013

      Assalto a lanchonete em jataúba.





          A poucos por volta das 23:00 desta quarta 27/03/13 O hamburgão de jataúba foi assaltado por dois meliantes os dois estvam de capacete em uma moto de placa não anotada onde adentraram no estabelecimento de arma em punhos e anuciaram o assalto madaram todos que ali estavam deitarem e pediram para que nimguem o olhasse para eles  levando uma quantia não informada pelos os propietario alem do apurado do estabelecimento tembem foi subtraido pertences dos que ali estavam logo apois o assalto os ladrões tomaram destino ignorado.

      Jataúba news
      Escrito por collar.

      O fenômeno Eduardo Campos


       
      O governador de PE é, mas não é; está, mas não está; e até agora foi um propagador de platitudes

      EDUARDO CAMPOS é candidato a presidente  a República. É ou não é? Ele está na base de apoio do governo de Dilma Rousseff. Está ou não está? Segundo o senador Jarbas Vasconcelos, o simples fato de ele ter dito que 'dá para fazer muito mais' mostra que é um dissidente. Mostra ou não mostra?
      Nenhuma dessas perguntas foi respondida pelo governador. Seria cedo para fazê-lo, mas indo-se às ideias que Eduardo Campos defendeu desde a sua transformação em fenômeno federal, vai-se a um abissal silêncio. Ele poderia ter ido a uma universidade com um plano para fazer melhor na educação. Poderia ter ido a um seminário sobre saúde pública. Nada. Foi a São Paulo reunir-se com empresários. Se levou ideias ou buscou apoios, não ficou claro, pois nem ele expôs propostas nem os empresários mostraram suas oferendas.
      Até agora, o governador cumpriu uma agenda político-gastronômica da qual resultou uma única informação de conteúdo: o cozido que o senador Jarbas Vasconcelos lhe ofereceu leva carnes de segunda com pirão de farinha de mandioca.
      Suas propostas são um acúmulo de platitudes. Diz coisas assim:
      'Não há grande incômodo nas grandes massas. Não há na classe média esse sentimento, nem de forma generalizada no empresariado. Mas há, nesse instante, nas elites, grande preocupação com o futuro. Há o sentimento de que as coisas podem piorar.'
      Seu melhor momento deu-se quando citou o avô, Miguel Arraes:
      'Na política, você encontra 90% dos políticos atrás de ser alguma coisa. Dificilmente eles sabem para quê.'
      Não era citação, mas carapuça. Nenhum comensal de Eduardo Campos enunciou o 'para quê' e muito menos ele ofereceu uma pista.
      Campos propõe-se a 'renovar a política'. Durante a passagem da doutora Dilma por seu Estado um veículo do Instituto de Tecnologia de Pernambuco distribuía faixas louvando-o e uma jovem desempregada de 24 anos contou que prometeram-lhe R$ 20 para carregar a propaganda. Nas suas últimas campanhas presidenciais o PSDB alternou marquetagens, platitudes e cruzadas religiosas. Deu no que deu.
      Um candidato que está na base do governo mas não está é uma contradição em termos, coisa de uma época que passou. Candidatos que se fizeram de rogados foram fritos. Na última eleição municipal deu-se em São Paulo um fenômeno que merece ser estudado por quem pretenda vencer uma eleição majoritária. Depois de uma campanha na qual o PT tinha um poste e o PSDB um candidato relutante, o asteroide Celso Russomanno tinha 46% das preferências na zona leste da cidade. Em duas semanas, caiu para 24%, um desfalque estimado em 270 mil votos. Ele tinha fama como apresentador de programa de TV, sem partido forte ou tempo de propaganda gratuita. Na reta final, propôs uma tarifa de ônibus diferenciada: quem fizesse percurso maior pagaria mais. Tradução: o trabalhador que mora longe do serviço tomaria uma mordida. Russomanno não chegou ao segundo turno.
      As eleições brasileiras não se decidem mais num joguinho de doações, marquetagens e alianças de cúpula. Como nos cozidos, esses ingredientes temperam o prato, mas, sem carnes, nada feito, pois tanto um bilionário como um esfomeado sabem quando não há substância no prato.

      Papa Francisco ganha a admiração dos evangélicos


       

      A eleição do papa Francisco chamou atenção da comunidade evangélica do país. Um dos pastores mais influentes da Assembleia de Deus, o cearense Jecer Góes, tem usado as redes sociais para fazer comparações entre a situação da Igreja Católica e das confissões evangélicas. No twitter, Jecer Góes chamou atenção para os hábitos franciscanos do novo papa. “E o evangelho? Enquanto isso, o catolicismo em alta com o novo papa”, escreveu, em 20 de março. Opositor da chamada Teologia da Prosperidade, Jecer Góes usou os problemas recentes da Igreja para fazer, no último dia 17, um alerta a seus fieis :

      “O desgaste na liderança católica é o sinal amarelo para a liderança evangélica. Tudo começa com a tal prosperidade. Vigiai”. E completou: “A crise daIgreja deveria servir de exemplo para os evangélicos”. Mais, também em 17 de março: “O porta-voz do Vaticano diz que os cristãos só pensam em sexo, poder e dinheiro. Nunca na Igreja. Reflita a situação evangélica
      hoje?”. (Felipe Patury - ÉPOCA)

      BRICs: Dilma afirma que a meta é superar a pobreza



      A presidente Dilma Rousseff (PT) disse nesta quarta-feira (27), durante a 5ª Cúpula do BRICs (bloco formado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) em Durban, na África do Sul, que a meta de todos é a superação da pobreza. Ela lembrou, porém, que esse objetivo é apenas o começo de um esforço conjunto que inclui uma série de ações para o desenvolvimento dos países que integram o grupo. Dilma ressaltou que o Brasil conquistou avanços, mas que o empenho é mantido pelo governo.

      “A superação da miséria é apenas o fim do começo”, destacou a presidente na abertura da cúpula. Dilma reiterou que, em decorrência dos modelos de desenvolvimento econômico e social adotados no Brasil, o país conseguiu atingir a meta do milênio fixada pelas Nações Unidas, de superar a renda mínima de US$ 1,25 por pessoa.

      A presidente disse ainda que as políticas públicas executadas no Brasil visam a transformar cidadãos em consumidores, ampliando o mercado interno e as oportunidades. Dilma lembrou que os países do BRICs podem ter “histórias diferentes”, mas têm metas semelhantes. “É a responsabilidade com o mundo que está surgindo”, acrescentou.

      Antes da abertura da cúpula, Dilma participou de um café da manhã com os líderes do BRICs - os presidentes Jacob Zuma (África do Sul), o anfitrião, Vladimir Putin (Rússia) e Xi Jinping (China), além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh.

      STJ nega pedido de liberdade ao ex-juiz Nicolau



      O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes negou liminar em habeas corpus ao ex-juiz Nicolau dos Santos Neto, 84, que vai continuar preso. Na última segunda-feira (25), o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) cassou a prisão domiciliar do ex-magistrado e o encaminhou para a carceragem da Polícia Federal em São Paulo.

      A defesa de Lalau, condenado por desvios de dinheiro das obras do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, queria o retorno dele à prisão domiciliar. O mérito do habeas corpus será julgado pela Sexta Turma do STJ.

      Os advogados do ex-juiz pediram no habeas corpus o reconhecimento da prescrição no caso e alegou que a prisão não tem amparo no artigo do Código de Processo Penal, que trata das hipóteses para a prisão preventiva. Para a defesa, essa é a “prisão preventiva mais longa da história” do país.

      A defesa citou até o caso do mensalão, lembrando que o princípio de inocência foi respeitado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), até o trânsito em julgado, na Ação Penal 470, processo sobre o escândalo. Em último caso, a defesa pediu o retorno do ex-juiz à prisão domiciliar.

      Brasil e China fazem acordo de troca de moedas

      Agência Brasil (Brasília) – O Brasil e a China firmaram hoje (26) acordo de troca das moedas locais (reais por yuans) no total de R$ 60 bilhões (190 bilhões de yuans), válido por três anos e com possibilidade de renovação. O acordo foi assinado pelos bancos centrais dos dois países e tem o objetivo facilitar o comércio bilateral.
      De acordo com nota do Banco Central (BC) do Brasil, as tratativas para o estabelecimento do acordo foram demandadas pelos líderes dos dois países em declaração conjunta na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que ocorreu na capital fluminense em 2012.
      O Banco Central acrescentou que adotará as medidas regulamentares e operacionais necessárias para a implementação da iniciativa, observando os limites e as condições estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
      O BC também informou que ontem (25) houve uma reunião com o Banco Central da África do Sul (The South African Reserve Bank ), paralelamente ao encontro, em Durban, da Cúpula do Brics, grupo formado por cinco países emergentes – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
      Nessa reunião, o presidente do BC, Alexandre Tombini, e a presidenta do Banco Central da África do Sul, Gill Marcus, discutiram as condições monetárias e financeiras pós-crise nos países avançados, e as respostas de política econômica dos países emergentes, inclusive as políticas macroprudenciais.
      De acordo com nota do BC, os presidentes dos dois bancos centrais conversaram também sobre sobre formas de fortalecer a voz dos países emergentes em organismos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Conselho de Estabilidade Financeira (em inglês, Financial Stability Board – FSB)
      Na reunião, também foi discutida a agenda de reforma da regulação financeira internacional, principalmente a troca de experiências sobre o progresso na implementação de Basileia 3 (conjunto de regras para a estrutura de capital das instituições financeiras).

      Dilma leva chá de cadeira na África do Sul e se irrita


       

      A presidente Dilma Rousseff levou um chá de cadeira de quase uma hora e meia do presidente sul-africano Jacob Zuma(foto), anfitrião da Cúpula dos Brics em Durban. Irritada, Dilma resolveu voltar ao seu hotel. De lá, foi para a cerimônia de abertura da cúpula -mas não foi ao jantar oficial. Segundo assessores da presidente, ela deve se reunir com Zuma hoje. Mas a sensação era de constrangimento por causa da espera a que Dilma foi submetida. (A informação é da Folha de S.Paulo)

      Dilma tinha um encontro bilateral com Zuma às 18h15 no centro de convenções. Ficou esperando durante uma hora e meia, reunida com seus ministros, enquanto Zuma prolongava sua reunião com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Os dois fecharam acordos para manutenção de helicópteros russos e transferência de tecnologia para energia solar e nuclear.

      Já os russos parecem ser a pedra no sapato do governo brasileiro nesta viagem. Dilma tem andado para cima e para baixo com o embaixador Roberto Azevêdo, candidato brasileiro à diretoria-geral da Organização Mundial do Comércio -a escolha começa na semana que vem. Hoje, a presidente brasileira também pode se encontrar com o presidente do Egito, Mohamed Mursi.

      Postagem em destaque

      Ambulância derrapa em pista molhada e capota na BR-232, em Bezerros

      Uma ambulância pertencente ao município de Santa Luzia, na Paraíba, capotou na manhã desta quinta-feira (10) na BR-232, em Encruzilhada de S...